- Martha Graeff afirma ter sido “linchada” após ligação ao caso Master, em vídeo publicado no Instagram.
- Ela diz que não é investigada nem acusada e que sofreu ataques e exposição nas últimas semanas.
- A influenciadora negou ter recebido qualquer benefício financeiro ligado ao empresário e afirmou que seu patrimônio não mudou nos últimos dois anos.
- Disse não saber dos detalhes do caso à época e afirmou que várias situações, inclusive o noivado, foram surpresas.
- Contexto: o Banco Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025; o fundador Daniel Vorcaro assinou acordo de delação premiada com a PF e a PGR em março de 2026.
Martha Graeff afirmou nesta quarta-feira ter sido alvo de linchamento após seu nome ser associado ao caso envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. Em vídeo publicado no Instagram, a influenciadora afirmou ter vivido ataques e exposição nas últimas semanas e esclareceu que não está sendo investigada nem acusada no caso.
Ela relatou ter passado por o que chamou de violência sem tamanho e disse ter sido arrastada para uma história que não lhe pertence. A influenciadora negou ter recebido qualquer benefício financeiro relacionado ao empresário, ressaltando que seu patrimônio continua inalterado nos últimos dois anos. Também afirmou não saber de detalhes do caso à época.
Além disso, Graeff criticou a divulgação de mensagens privadas, classificando o vazamento como covardia. Ela disse que houve desvio de foco e que muita coisa, inclusive eventos e viagens, foi surpresa para ela, incluindo o noivado. A influencer afirmou que decidiu falar para apresentar sua versão e manterá a atuação profissional com cabeça erguida.
Caso Master
O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025. Daniel Vorcaro assinou, em 19 de março de 2026, acordo de confidencialidade com a Polícia Federal e a PGR, que possibilita a delação premiada. O acordo envolve potenciais riscos a autoridades de Brasília.
O Master esteve ligado a um rombo expressivo no Fundo Garantidor de Créditos, calculado em quase 52 bilhões de reais, apesar de representar 0,57% do ativo total e 0,55% das captações do sistema financeiro nacional. O caso também resultou em perdas próximas a 2 bilhões de reais para estados e municípios, em fundos de previdência.
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