- O estoque da Poupança ficou abaixo de R$ 1 trilhão, em R$ 999,8 bilhões em março, ante R$ 1,005 trilhão em fevereiro.
- A última vez que o saldo ficou abaixo de R$ 1 trilhão foi em maio de 2024. O recorde nominal ocorreu em julho de 2021, com R$ 1,038 trilhão.
- Em março houve resgate líquido de R$ 11,1 bilhões; os brasileiros depositaram R$ 369,6 bilhões e os saqueos somaram R$ 380,7 bilhões.
- No primeiro trimestre, a Poupança registrou saída líquida de R$ 41,3 bilhões, queda de 9,7% frente o mesmo período de 2025.
- Foram resgates líquidos de R$ 15,5 bilhões em 2024 e R$ 85,6 bilhões em 2025.
O estoque da Poupança voltou a ficar abaixo de R$ 1 trilhão. O Banco Central informou que, em março, o volume de recursos caiu para R$ 999,8 bilhões, ante R$ 1,005 trilhão em fevereiro. O anúncio ocorreu nesta quinta-feira, 9 de abril de 2026, no Brasil.
A última vez que o saldo ficou abaixo de R$ 1 trilhão foi em maio de 2024, quando ficou em R$ 993,3 bilhões. O registro de maior valor ocorreu em julho de 2021, com R$ 1,038 trilhão. O estoque é divulgado pelo BC e reflete a soma de depósitos menos saques.
O saldo líquido mensal retrata o que resta após as movimentações: depósitos menos saques. Quando o resultado é negativo, indica pressão sobre o orçamento familiar, com maior retirada para cobrir despesas.
Saída líquida
A Poupança registrou resgate líquido de R$ 11,1 bilhões em março. Os depósitos somaram R$ 369,6 bilhões, enquanto os saques atingiram R$ 380,7 bilhões. A variação mostra redução em relação ao mesmo mês de 2025, quando o resgate líquido foi de R$ 11,5 bilhões.
No primeiro trimestre, a saída líquida chegou a R$ 41,3 bilhões, ante R$ 45,7 bilhões no mesmo período de 2025. Entre os anos 2024 e 2025, os resgates líquidos foram de R$ 15,5 bilhões e R$ 85,6 bilhões, respectivamente, conforme dados da Poupança.
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