- O governo, por meio do ministro do Trabalho, Luiz Marinho, anunciou a liberação de R$ 7 bilhões do FGTS para cerca de 10 milhões de trabalhadores.
- A medida faz parte de um pacote para reduzir o endividamento das famílias.
- Os recursos liberados vencem bloqueados pela Caixa Econômica Federal e podem ser usados como garantia em empréstimos consignados, aumentando o limite atual de 10% do saldo.
- Em entrevista ao GLOBO, o ministro afirmou que há possibilidade de ampliar a participação do FGTS como garantia de crédito, incluindo usar parte do FGTS para reduzir juros e custos de empréstimos.
- A reportagem aborda ainda outros temas sobre endividamento e políticas de crédito em debate.
O governo brasileiro anunciou a liberação de 7 bilhões de reais do FGTS para cerca de 10 milhões de trabalhadores. A medida faz parte de um pacote para reduzir o endividamento das famílias, via recursos que estavam bloqueados pela Caixa.
A liberação visa permitir o uso do FGTS como garantia em empréstimos consignados e elevar o limite atual de 10% do saldo. A medida pretende ampliar o acesso a crédito, com foco em reduzir encargos financeiros.
Em entrevista ao GLOBO, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, apontou a possibilidade de ampliar a participação do FGTS como garantia de crédito. Outra frente prevista é permitir que uma parcela do FGTS seja utilizada para reduzir juros e custos de empréstimos.
Detalhes da medida
Segundo o governo, os recursos desbloqueados devem dinamizar o crédito para trabalhadores, ampliando a mobilização de recursos já disponíveis no FGTS. O objetivo é aliviar a pressão de dívidas constantes em famílias de renda média e baixa.
Contexto e próximos passos
Além das mudanças sobre garantias, o pacote envolve políticas de crédito em discussão para ampliar acesso responsável a financiamentos. A equipe econômica avalia impactos macroeconômicos e a viabilidade de novas ofertas de crédito com garantia do FGTS.
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