- O governo planeja liberar cerca de R$ 7 bilhões do FGTS, beneficiando cerca de 10 milhões de trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário e ficaram com valores retidos após demissão sem justa causa.
- A informação foi adiantada pelo jornal O Globo e confirmada à CNN Brasil pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho.
- Segundo Marinho, já foram liberados R$ 12 bilhões para 12 milhões de trabalhadores e, ao final do ano, R$ 8,5 bilhões para 14 milhões; resta um resíduo de R$ 7 bilhões em análise.
- A previsão é de identificar exatamente quem receberá, mas a expectativa é de cerca de 10 milhões de trabalhadores.
- Também há avaliação para regulamentar o uso do FGTS como garantia de empréstimo consignado, hoje limitado a 40 por cento da multa; a ideia é liberar o saldo total. Marinho terá reunião com o presidente Lula para discutir o assunto.
O governo federal vai liberar recursos do FGTS que podem alcançar cerca de R$ 7 bilhões, beneficiando aproximadamente 10 milhões de pessoas. A informação foi antecipada pelo jornal O Globo e confirmada pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho, à CNN Brasil.
A medida mira trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário e tiveram valores retidos após demissão sem justa causa. Segundo Marinho, já houve liberações anteriores de R$ 12 bilhões para 12 milhões de trabalhadores e, ao fim do ano, de R$ 8,5 bilhões para 14 milhões.
Marinho indicou que houve um atraso na liberação total pela Caixa e que existe um saldo residual de cerca de R$ 7 bilhões que está em processo de apuração. A expectativa é liberar a quantidade exata de beneficiados, estimando-se o alcance em torno de 10 milhões.
Uso do FGTS como garantia de empréstimo
Paralelamente, o governo avalia regulamentar o uso do FGTS como garantia de empréstimo consignado. Hoje, apenas 40% da multa do FGTS está permitida para esse fim. A ideia é ampliar o uso para permitir o uso de todo o saldo disponível.
Marinho tem agenda com o presidente Lula nesta quinta-feira (9) para discutir o tema. A reunião deve tratar de ajustes e de como as mudanças podem impactar trabalhadores que recorrem a crédito com base no FGTS.
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