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Carga tributária atinge 32,4% do PIB e bate recorde, diz Tesouro

Carga tributária bruta atinge 32,4% do PIB em 2025, maior nível histórico, puxada pelo governo central com IR retido na fonte impulsionado pela massa salarial

Aumento da massa salarial é a principal causa
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  • Carga tributária bruta do governo geral subiu de 32,22% para 32,40% do PIB entre 2024 e 2025, atingindo o maior nível já registrado na série histórica.
  • Governo central avançou de 21,34% para 21,60% do PIB (+0,26 ponto percentual), puxado principalmente por 0,23 ponto adicional do IR retido na fonte.
  • Estados caíram de 8,48% para 8,38% do PIB (-0,10 ponto), enquanto municípios cresceram de 2,40% para 2,43% (+0,03 ponto).
  • O aumento do IR retido na fonte deve-se à maior massa salarial, com ainda alta de 0,10 ponto no imposto sobre operações financeiras (IOF) ligada a câmbio e crédito.
  • As contribuições para o Regime Geral de Previdência Social cresceram 0,12 ponto do PIB, devido à reoneração escalonada da folha e ao crescimento da massa salarial e do emprego.

O Tesouro Nacional divulgou nesta sexta-feira que a carga tributária bruta do governo geral, que inclui governo central, estados e municípios, subiu de 32,22% para 32,40% do PIB entre 2024 e 2025. Esse é o maior nível já registrado pela série histórica, que vai de 2010 até o ano passado.

O aumento foi puxado principalmente pelo governo central, cuja carga avançou de 21,34% para 21,60% do PIB, uma alta de 0,26 ponto percentual e o maior patamar da série. Já a carga dos estados caiu 0,10 ponto, para 8,38% do PIB, e a dos municípios subiu 0,03 ponto, para 2,43%.

Segundo o Tesouro, o principal motivo para a alta central foi o aumento de 0,23 ponto do PIB no imposto de renda retido na fonte, em função da elevação da massa salarial. O Tesouro ainda aponta que impostos sobre operações financeiras subiram 0,10 ponto do PIB, com efeitos de câmbio e crédito.

Desdobramentos por ente

O crescimento da arrecadação do RGPS ocorreu em 0,12 ponto do PIB, impulsionado pela reoneração escalonada da folha de pagamento e pelo aumento da massa salarial e do emprego. O recuo dos estados ficou atrelado à redução de 0,09 ponto no ICMS, com leitura de que o crescimento econômico de 2025 ocorreu em setores com incidência menor do imposto.

Nos municípios, destaca-se o aumento de 0,02 ponto do PIB na arrecadação do ISS, orientado pelo avanço do setor de serviços no ano passado, conforme o Tesouro.

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