- A inflação nos Estados Unidos passou de 3% nos últimos 12 meses, acima da meta de 2% do Federal Reserve.
- Em março, o índice de preços ao consumidor subiu quase 1 ponto percentual frente ao mês anterior.
- O aumento é impulsionado pelos custos de energia, com a gasolina cerca de 40% mais cara que no fim de fevereiro.
- Os preços de alimentos caíram 0,2% em março.
- Interrupções no mercado de gás natural podem pressionar os preços dos fertilizantes e, por consequência, itens básicos do dia a dia.
Nos Estados Unidos, a inflação segue pressionada. O índice de preços ao consumidor avançou acima de 3% nos últimos 12 meses, superando a meta de 2% fixada pelo Federal Reserve. Em março, o avanço ficou próximo de 1 ponto percentual.
A escalada é puxada principalmente pelos custos com energia, que reagiram ao conflito no Oriente Médio. A gasolina está cerca de 40% mais cara desde o fim de fevereiro, elevando o peso do bolso do consumidor.
Apesar da alta geral, os preços dos alimentos caíram levemente em março, em torno de 0,2%. A volatilidade no mercado de gás natural gera preocupação: interrupções pressionam os fertilizantes, impactos que podem se refletir nos preços de itens básicos do dia a dia.
Quem monitora a inflação, o Federal Reserve, mantém o foco na evolução dos preços e no desempenho da economia. A divulgação recente reforça a leitura de rigidez inflacionária frente a choques externos e riscos setoriais.
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