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Governo permite uso do FGTS para quitar dívidas, diz ministro da Fazenda

Governo libera uso do FGTS para quitar dívidas; trabalhadores com até cinco salários mínimos poderão sacar até 20% do saldo, injetando cerca de R$ 7 bilhões na economia

Dario Durigan: iniciativa deve injetar aproximadamente R$ 7 bilhões na economia. (Foto: Maira Erlich/Bloomberg)
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  • O governo vai permitir que trabalhadores usem o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço para quitar dívidas, conforme afirmou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, em entrevista à Folha de S. Paulo.
  • Quem ganha até cinco salários mínimos poderá sacar até 20% do saldo do FGTS para pagar dívidas.
  • A medida deve injetar aproximadamente R$ 7 bilhões na economia e integra um novo programa de renegociação de dívidas com descontos nos saldos em aberto.
  • O governo oferecerá garantias para o restante da dívida e contará com linhas de crédito específicas para caminhoneiros, motoristas de aplicativo, construção civil e setor de fertilizantes.
  • Durigan afirmou que as ações não têm objetivo eleitoral e que o foco é lidar com o alto endividamento das famílias.

O governo vai permitir que trabalhadores usem o FGTS para quitar dívidas, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, em entrevista à Folha de S.Paulo. A informação foi publicada pela Bloomberg.

Trabalhadores com renda de até cinco salários mínimos poderão sacar até 20% do saldo do FGTS para pagar pendências. A medida visa reduzir a inadimplência entre famílias brasileiras.

A iniciativa faz parte de um novo programa de renegociação de dívidas. Os bancos ofereceriam descontos significativos para saldos em aberto, e o governo garantiria o restante da dívida com taxas tabeladas, afirmou Durigan à Folha.

A proposta atende a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e também inclui linhas de crédito específicas para caminhoneiros, motoristas de aplicativo, construção civil e setor de fertilizantes.

Durigan negou que as medidas tenham motivação eleitoral. Segundo ele, a prioridade é lidar com problemas concretos de endividamento das famílias, que acompanham o ritmo de alta dos juros.

O Banco Central reduziu a taxa básica em março, para 14,75% ao ano, e a tendência de novos cortes depende de impactos inflacionários da conjuntura externa.

O governo já ampliou desonerações fiscais e subsídios a combustíveis para conter a alta dos preços globais de energia provocada por conflitos internacionais. A medida busca aliviar o peso financeiro sobre famílias endividadas.

Fontes citadas: Durigan em entrevista à Folha de S.Paulo; reportagem da Bloomberg sobre o tema.

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