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Petróleo sobe e volta a US$100 após fracasso das negociações

Petróleo dispara para perto de US$ 100 após ameaça de bloqueio total do Estreito de Ormuz pelos EUA, ampliando riscos para mercados globais de energia

Ilustração com bomba de extração de petróleo e uma bandeira dos EUA 8 de outubro de 2023
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  • O petróleo disparou nos primeiros negócios da semana, com o WTI em US$ 104,20 e o Brent em US$ 102,20, após o fracasso das negociações entre Irã e Estados Unidos e a ameaça de fechamento do Estreito de Ormuz pela Casa Branca.
  • O WTI subiu 7,90% e o Brent avançou 7,35% ainda na Ásia.
  • Os EUA anunciaram que vão bloquear o Estreito de Ormuz a partir das 11h (horário de Brasília) de segunda-feira.
  • O estreito já sofre restrições, com o Irã permitindo passagem de alguns navios mediante pedágio, e mantendo o comércio de petróleo na região.
  • Dados dos EUA indicam que, no primeiro semestre de 2025, 37% do petróleo que passou pelo estreito destinou-se à China, 14% à Índia, 12% ao Japão e 12% à Coreia do Sul.

O petróleo disparou nos primeiros negócios da semana após o fracasso nas negociações entre Irã e Estados Unidos e a ameaça da Casa Branca de fechar completamente o Estreito de Ormuz. O WTI operava a US$ 104,20, alta de 7,90%. O Brent subia 7,35%, para US$ 102,20.

A decisão norte-americana de bloquear o estreito a partir das 11h de segunda-feira aumenta a tensão geopolítica e pode reduzir o financiamento do Irã. A medida pode, ao mesmo tempo, impactar os compradores de petróleo em todo o mundo.

Estreito de Ormuz e contexto atual

Antes do anúncio, o Irã já restringia parcialmente o tráfego pelo estreito, cobrando pedágio de até US$ 2 milhões por embarcação. O estreito não está fechado tecnicamente, e o Irã permite passagem de alguns petroleiros.

Dados oficiais indicam destinos do petróleo que atravessa o estreito: 37% seguiram para a China no 1º semestre de 2025, 14% para a Índia, 12% para o Japão e 12% para a Coreia do Sul. Os impactos sobre a oferta global podem variar conforme o fluxo de navios.

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