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CEO da Ford afirma que parcerias com empresas chinesas devem crescer

CEO da Ford sinaliza expansão de parcerias com montadoras chinesas, após defesa inicial de restrições, citando ganhos em custo e tecnologia

Executivo disse que parcerias com montadoras chinesas ajudam a manter competitividade global da empresa
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  • O CEO da Ford, Jim Farley, sinalizou que a empresa pretende ampliar parcerias com montadoras chinesas, após ter dito anteriormente que elas deveriam ficar fora dos EUA.
  • Farley afirmou a repórteres que a Ford se beneficia de alianças globais e que continuará a expandir essas parcerias diante de custos e avanços tecnológicos.
  • A companhia mantém diálogos com Zhejiang Geely Holding Group sobre compartilhamento de capacidade de fabricação na Europa e com BYD sobre possível fornecimento de baterias para veículos híbridos gás-elétricos.
  • Na China, a Ford tem alianças com Chongqing Changan Automobile e Jiangling Motors.
  • Farley disse que não havia novidades a anunciar e que é necessário definir políticas da empresa e do governo para evitar riscos maiores no momento.

O CEO da Ford, Jim Farley, sinalizou um afastamento temporário de declarações duras sobre montadoras chinesas. Em entrevista à Fox News, ele disse que a ideia de manter as chinesas fora dos EUA estava sobreposta a uma visão de maior cooperação comercial.

Na sequência, Farley afirmou a repórteres, durante uma coletiva sobre reorganização interna, que a Ford se beneficia de alianças globais e pretende ampliar parcerias com fabricantes chineses. O executivo ressaltou a importância de ofertas de baixo custo e alta tecnologia.

Farley explicou que não havia novidades oficiais a anunciar e manteve o foco na expansão das relações com chinesas, citando interesses em compartilhamento de fabricação na Europa e em possível fornecimento de baterias para veículos híbridos gás-elétricos.

Na China, a Ford já mantém acordos com Chongqing Changan Automobile e Jiangling Motors, enquanto negocia com Zhejiang Geely Holding Group o uso de capacidade de produção na Europa. Também estuda acordo com BYD para baterias.

Em abril, Farley chegou a mencionar aos gestores de Washington que as montadoras chinesas interessadas em produzir nos EUA deveriam formar joint ventures com controle acionário americano, para proteger a indústria nacional. A declaração gerou repercussão.

O executivo reforçou que o objetivo é fortalecer a indústria automobilística norte-americana. Disse que é necessário alinhar políticas corporativas e governamentais diante de riscos atuais, sem apontar consequências específicas.

A Ford permanece sob escrutínio sobre sua estratégia com empresas chinesas, em um momento de tensões comerciais globais e mudanças tecnológicas no setor automotivo. A pauta envolve custos, tecnologia e cadeias de suprimento.

Fonte: Bloomberg L.P.

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