- Em março de 2026, o complexo Cidade Sete Sóis iniciou as obras do segundo empreendimento, Ipê Amarelo, em Campo Grande (RJ).
- O projeto, da MRV, prevê cerca de seis mil moradias em dez anos e incorpora atributos de cidades inteligentes, com unidades enquadradas no programa Minha Casa, Minha Vida.
- O Ipê Amarelo ocupa quase 378 mil metros quadrados e terá capacidade para cerca de 24 mil moradores, com infraestrutura de lazer e espaços comerciais.
- As obras de mobilidade acompanham a transformação: expansão da Estrada do Tingui até a Avenida Brasil foi concluída em janeiro de 2026, e o túnel sob o Morro Luís Bom está em construção.
- O conjunto adota o conceito de cidade de quinze minutos, oferecendo serviços, comércio e áreas de convivência a poucos passos de casa, contribuindo para a valorização da região.
O complexo Cidade Sete Sóis iniciou em março as obras do seu segundo empreendimento, o Ipê Amarelo, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O projeto, da MRV, prevê cerca de seis mil moradias em dez anos e integra ações de mobilidade e sustentabilidade. As obras acontecem junto à expansão viária e ao túnel sob o Morro Luís Bom.
O Ipê Amarelo promete lazer completo, com salão de festas, espaço gourmet, piscinas, playground e área para pets. Também haverá espaços comerciais no condomínio, fortalecendo o conceito de bairro integrado que já marcou o primeiro empreendimento, o Residencial Bálsamo.
O Cidade Sete Sóis ocupa uma área de quase 378 mil m², com capacidade para cerca de 24 mil moradores. O modelo de bairro aberto busca integração com o entorno, promovendo convivência, acessibilidade e ocupação planejada, alinhados ao conceito de cidade de 15 minutos.
A iniciativa é acompanhada por sete pilares: Viva Verde, Segurança, Desenvolvimento urbano, Mobilidade e acessibilidade, Comodidades, Boa vizinhança e Tecnologia. O objetivo é reduzir deslocamentos e ampliar acesso a serviços, comércio e lazer.
Além dos impactos diretos, o projeto deve beneficiar a vizinhança por meio da revitalização da malha viária, abertura de ruas, recuperação de áreas verdes e criação de praças e espaços públicos. A melhoria de mobilidade também está conectada ao túnel que está em construção sob o Morro Luís Bom.
Segundo Alexandre Boffoni, diretor de Desenvolvimento Imobiliário da MRV no Rio, o Cidade Sete Sóis representa um movimento inédito na região, com infraestrutura completa e localização estratégica. A proposta aposta em facilidades de deslocamento e bem-estar para os moradores.
Campo Grande, um dos bairros mais populosos da cidade, passa por transformação urbana ligada a intervenções públicas e privadas. Em janeiro, houve a expansão da Estrada do Tingui até a Avenida Brasil, facilitando o tráfego na Zona Oeste, em paralelo ao túnel que deve ligar Estrada da Caroba à Estrada da Posse.
O túnel sob o Morro Luís Bom terá duas galerias paralelas, conectando vias locais e incorporando uma ciclovia. A primeira etapa deve ser entregue em breve, com continuidade até a Avenida Brasil, integrando o Plano de Mobilidade da região.
Cronologicamente, o Bálsamo começou a ser erguido em 2025, com a maior parte de suas unidades já vendida. Em janeiro de 2026 ocorreu a entrega da expansão da Estrada do Tingui até a Avenida Brasil, e em março de 2026 iniciaram-se as obras do Ipê Amarelo. Nos próximos anos, a previsão é completar as cerca de seis mil moradias do complexo.
O Cidade Sete Sóis reforça a expectativa de valorização imobiliária em Campo Grande, acompanhando as intervenções públicas e privadas da região. A MRV afirma que o conjunto atende à demanda habitacional, ampliando oportunidades e conectando moradores ao território.
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