- A refinaria Corio, próxima a Geelong, sofreu um incêndio grave na Vivas que começou perto da meia-noite de quarta-feira e queimou por quatorze horas.
- A produção de combustível caiu significativamente, com 80% da diesel e 80% do combustível de aviação mantendo-se, e apenas 60% da produção de gasolina em funcionamento, conforme o governo.
- A referéncia é uma das apenas duas refinarias do país, respondendo por parte relevante do abastecimento do estado e do Brasil.
- O governo diz que o fogo não deve levar à etapa três do plano de segurança de combustível, que envolveria medidas de racionamento, e que ainda há reservas de combustível.
- O primeiro-ministro Anthony Albanese visitou a refinaria danificada e anunciou a primeira-mente de litro adicional de diesel de Brunei e Coreia do Sul, além de defender maior produção nacional de petróleo.
O fogo atingiu uma das principais refinarias da Austrália. A Corio, de propriedade da Viva, próxima a Geelong, sofreu um incêndio causado por falha de equipamento, iniciado pouco antes da meia-noite de quarta-feira e que queimou por 13 horas. A produção de combustível foi fortemente afetada.
A gravidade do incêndio elevou a preocupação com preços e reservas de combustível. Não houve, porém, orientação para racionamento. A divulgação oficial aponta que a produção de diesel e de combustível de aviação mantém cerca de 80% do ritmo, enquanto a gasolina opera em torno de 60%.
Situação atual e medidas do governo
O país mantém o estágio dois de um plano de segurança de combustível, em vigor desde o mês passado, com quatro etapas. O primeiro-ministro Anthony Albanese disse que o fogo não deve levar o país ao estágio três, que prevê medidas de uso reduzido de combustível.
Albanese cancelou parte de viagem ao Sudeste Asiático para retornar e visitar a refinaria na sexta-feira. Ele informou que assegurou 100 milhões de litros adicionais de diesel junto a Brunei e Coreia do Sul. O governo destacou a importância de ampliar o parque de refino nacional.
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