- Trump anuncia cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano, em meio a negociações de paz que ganharam fôlego, ainda com ataques de Israel ao Líbano.
- Petróleo dispara com negociações entre EUA e Irã no radar; ações da Petrobras reagem às perspectivas do acordo.
- Segunda prévia do Ibovespa confirma saída de ações preferenciais de Axia, Cyrela e Localiza, com carteira definitiva prevista para vigorar a partir de 4 de maio.
- Bolsas em Nova York caem após o S&P 500 renovar recorde, com dados fortes e expectativa de trégua na guerra no Oriente Médio; pedidos de seguro-desemprego caíram para 207 mil.
- IBC-Br, a prévia do PIB, desacelera e sobe 0,6 por cento em fevereiro; atuação da Selic é questionada pelos especialistas.
O jornal Valor Investe apresenta uma síntese dos principais movimentos do dia no mercado e em temas geopolíticos. A notícia destaca um possível cessar-fogo entre Israel e Líbano, negociações entre EUA e Irã e o impacto nos índices e commodities.
Segundo autoridades, o acordo prevê um cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano, com movimentação diplomática concentrada em Washington. A iniciativa ocorre em meio a avanços nas negociações de paz na região, ainda sob ressalvas sobre ataques nessa fronteira.
O petróleo reagiu às perspectivas de entendimento entre EUA e Irã, com queda de riscos de navios no estreito de Ormuz. A movimentação também impactou as ações da Petrobras, que mostraram reação positiva frente às informações em negociação.
Segunda prévia do Ibovespa indicou retirada de ações preferenciais de Axia, Cyrela e Localiza, com a carteira definitiva programada para vigorar a partir de 4 de maio. O anúncio acompanha a tendência de ajustes de composição do índice.
Nos EUA, bolsas recuaram após o S&P 500 renovar o recorde, em meio a dados macro e a expectativa de trégua no Oriente Médio. O relatório semanal mostrou pedidos de seguro-desemprego em linha com o esperado, reforçando o cenário de comedimento econômico.
IBC-Br, a chamada prévia do PIB, desacelerou em fevereiro, com alta de 0,6%. O indicador do Banco Central conflui com a leitura de atividade mais contida e aumenta a complexidade sobre a trajetória da Selic nos próximos meses.
O Ibovespa busca os 200 mil pontos, apoiado pelas expectativas de fim da guerra e pelo suporte de dados macro, enquanto o dólar sobe com as incertezas geopolíticas. O mercado acompanha as negociações entre EUA e Irã e o desempenho de indicadores locais.
Entre destaques corporativos, Brava Energia atualizou reservas; Helbor publicou prévia do 1º trimestre; Copasa também divulgou dados relevantes. Os resultados ajudam a calibrar percepções sobre setores de energia, construção e saneamento.
Na pauta de controle, o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa foi preso na 4ª fase da Operação Compliance Zero da PF, associada a ações de investigação envolvendo o caso Master. A prisão segue desdobramentos da operação em curso.
Expectativas sobre guerra, dados da prévia do PIB e nova prisão no caso Master marcaram o dia no cenário econômico. O conjunto de fatos consolidou o tom cauteloso nos mercados globais e locais.
Entre na conversa da comunidade