- O dólar fechou em queda de 0,19% a R$ 4,983, com mínima de R$ 4,950 e máxima de R$ 4,992.
- A variação reflete fatores internos e externos, incluindo expectativas sobre política monetária e cenário geopolítico.
- No Oriente Médio, há sinais de suavização de tensões, com cessar-fogo entre Israel e Líbano e proximidade de negociações com o Irã; Trump demonstrou otimismo sobre uma possível resolução.
- As ações da Vale registraram leve alta no pré-mercado em Nova York, após números de produção do primeiro trimestre de 2026.
- No Brasil, o governo acompanha os desdobramentos internacionais; o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava em Barcelona e o secretário do Tesouro, Durigan, fará coletiva em Washington para discutir impactos econômicos.
O dólar encerrou o pregão desta sexta-feira (17) em queda de 0,19%, cotado a R$ 4,983. Na sessão, a moeda chegou a 4,950 no menor nível e 4,992 no maior, num movimento moderado frente ao real.
Movimentos da moeda refletem fatores econômicos internos e externos que influenciam o mercado cambial. A leve desvalorização acompanha o comportamento de outras moedas diante de expectativa sobre política monetária e desenvolvimentos geopolíticos.
O mercado permanece atento à volatilidade, com oscilações associadas a negociações internacionais e a previsões sobre a política fiscal. Pequenos recuos costumam coexistir com pressões de curto prazo.
Geopolítica e cenários econômicos
O setor geopolítico ganhou atenção com o fim de oscilações mais intensas no Oriente Médio. O cessar-fogo entre Israel e Líbano e a aproximação de negociações com o Irã são apontados como sinal de redução de tensões.
O presidente dos EUA, Donald Trump, manifestou otimismo sobre uma possível resolução do conflito e um novo ciclo de conversas com o Irã, marcado para o fim de semana. A melhora pode reduzir pressões sobre preços de energia.
Essa mudança de cenário tende a influenciar fluxos de capitais globais, com investidores buscando segurança e novas oportunidades. A percepção de menor risco geopolítico costuma favorecer ativos de risco moderado.
Sinais no cenário local e empresarial
A Vale registrou alta nas ADRs no pré-mercado de Nova York, reagindo a números de produção do primeiro trimestre de 2026. Os investidores avaliam o desempenho da empresa em meio a perspectivas de demanda e custos.
No Brasil, o governo acompanha a evolução do cenário externo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava em Barcelona, enquanto a equipe econômica monitora impactos da trégua internacional.
Durigan, titular da Secretaria do Tesouro, deve participar de coletiva em Washington para discutir implicações econômicas decorrentes dessas mudanças de cenário.
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