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Ouro fecha em alta com otimismo no Oriente Médio e dólar em queda

Ouro fecha em alta com alívio geopolítico no Oriente Médio e dólar mais fraco; prata também avança

Ouro (Foto: Michael Steinberg/Pexels)
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  • O ouro fechou em alta, com US$ 4.879,6 por onça-troy para junho na Comex, alta de 1,5% e ganho semanal de 1,9%, impulsionado por oxim geopolitico e dólar mais fraco.
  • A prata subiu 4% na sessão de maio, encerrando a US$ 81,842 a onça, com alta semanal de 7%.
  • O alívio geopolítico ocorreu com a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã e a trégua entre Israel e Líbano, elevando o apetite por ativos considerados seguros.
  • Analistas citam possível redução de juros do Federal Reserve ainda em 2026, conforme divulgação do mercado e expectativa de menor pressão inflacionária.
  • O dólar caiu, com o índice DXY em 98,023 por volta das 14h30 (horário de Brasília), tornando o ouro mais atrativo para quem investe fora de moedas.

O ouro encerrou a sessão desta sexta-feira com alta impulsionada pelo otimismo geopolítico e por um dólar mais fraco. O alívio no Oriente Médio, com a reabertura do Estreito de Ormuz e o início de um cessar-fogo entre Israel e Líbano, estimulou o mercado.

Na Comex, o preço do ouro para junho subiu 1,5%, a US$ 4.879,6 por onça-troy, fechando a semana com ganho de 1,9%. A prata avançou 4% na sessão de maio, fechando a US$ 81,842 por onça, acumulando alta de 7% na semana.

Perspectivas e impactos

O desempenho reflete a percepção de maior estabilidade no Oriente Médio e a ideia de que o ouro permanece como proteção contra a incerteza. Ações sobre o fim da guerra elevam o apetite por ativos de risco, mas o metal segue como refúgio em situações de risco.

Analistas destacam que a trégua e a possibilidade de acordo entre EUA e Irã alimentam o otimismo. O mercado também acompanha a expectativa de que o Federal Reserve possa reduzir juros ainda em 2026, elevando o custo de oportunidade de manter ouro.

Câmbio e efeito sobre o ouro

A fraqueza do dólar completou o cenário de valorização. O índice DXY caiu para 98,023 por volta das 14h30 (horário de Brasília), tornando o ouro mais acessível a compradores com outras moedas. A queda do dólar reforçou a demanda pelo metal precioso.

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Ouro fecha em alta com dólar fraco e otimismo sobre fim da guerra no Oriente Médio, sinalizando menor pressão inflacionária e possível queda de juros em 2026

Barra de ouro, em Cingapura
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  • O ouro fechou em alta na sexta-feira, com alta de 1,5% na Comex, a US$ 4.879,6 por onça-troy, e ganho semanal de 1,9%.
  • A prata para maio subiu 4%, para US$ 81,842, com ganho semanal de 7%.
  • O aumento ocorreu diante do alívio geopolítico com a liberação do Estreito de Ormuz e o início de um cessar-fogo entre Israel e Líbano.
  • O dólar recuou, contribuindo para manter o ouro mais acessível a compradores de outras moedas.
  • Analistas e mercados passam a projetar maior chance de cortes de juros pelo Federal Reserve ainda em 2026, conforme expectativas e dados do CME Group.

O ouro fechou em alta nesta sexta-feira, 17, com alívio observado nas tensions geopolíticas, após a liberação do Estreito de Ormuz e o início de um cessar-fogo entre Israel e Líbano. O dólar mais fraco também ajudou a sustentar o movimento positivo.

Na Comex, o ouro para junho encerrou em alta de 1,5% a 4.879,6 dólares por onça-troy, com ganho semanal de 1,9%. A prata para maio avançou 4%, fixando-se em 81,842 dólares por onça, com elevação de 7% na semana.

O Irã informou pela manhã que o Estreito de Ormuz está aberto e deve permanecer assim durante a trégua de 10 dias entre Israel e Líbano. Em rede social, Truth Social, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os israelenses estão proibidos de bombardear Beirute.

Também alimentando o otimismo, a imprensa internacional informou que os EUA devem se encontrar com representantes iranianos neste fim de semana, com a expectativa de um acordo para encerrar o conflito.

Analistas do Commerzbank ressaltaram que as esperanças de fim da guerra amenizam preocupações sobre inflação e a necessidade de políticas monetárias mais restritivas, o que favorece o ouro.

Perspectivas de política econômica e câmbio

Após as novidades diplomáticas, o mercado passou a projetar possibilidade de o Fed cortar juros ainda em 2026. Segundo a ferramenta do CME Group, a maior parte dos investidores vê cortes em dezembro.

A reação no câmbio também foi positiva para o ouro, pois o dólar recuou. O índice DXY, que mede a força da moeda frente a outras divisas, ficou em torno de 98,023 por volta das 14h30 (horário de Brasília).

Com informações de Dow Jones Newswires.

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