- O ouro fechou em alta, com US$ 4.879,6 por onça-troy para junho na Comex, alta de 1,5% e ganho semanal de 1,9%, impulsionado por oxim geopolitico e dólar mais fraco.
- A prata subiu 4% na sessão de maio, encerrando a US$ 81,842 a onça, com alta semanal de 7%.
- O alívio geopolítico ocorreu com a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã e a trégua entre Israel e Líbano, elevando o apetite por ativos considerados seguros.
- Analistas citam possível redução de juros do Federal Reserve ainda em 2026, conforme divulgação do mercado e expectativa de menor pressão inflacionária.
- O dólar caiu, com o índice DXY em 98,023 por volta das 14h30 (horário de Brasília), tornando o ouro mais atrativo para quem investe fora de moedas.
O ouro encerrou a sessão desta sexta-feira com alta impulsionada pelo otimismo geopolítico e por um dólar mais fraco. O alívio no Oriente Médio, com a reabertura do Estreito de Ormuz e o início de um cessar-fogo entre Israel e Líbano, estimulou o mercado.
Na Comex, o preço do ouro para junho subiu 1,5%, a US$ 4.879,6 por onça-troy, fechando a semana com ganho de 1,9%. A prata avançou 4% na sessão de maio, fechando a US$ 81,842 por onça, acumulando alta de 7% na semana.
Perspectivas e impactos
O desempenho reflete a percepção de maior estabilidade no Oriente Médio e a ideia de que o ouro permanece como proteção contra a incerteza. Ações sobre o fim da guerra elevam o apetite por ativos de risco, mas o metal segue como refúgio em situações de risco.
Analistas destacam que a trégua e a possibilidade de acordo entre EUA e Irã alimentam o otimismo. O mercado também acompanha a expectativa de que o Federal Reserve possa reduzir juros ainda em 2026, elevando o custo de oportunidade de manter ouro.
Câmbio e efeito sobre o ouro
A fraqueza do dólar completou o cenário de valorização. O índice DXY caiu para 98,023 por volta das 14h30 (horário de Brasília), tornando o ouro mais acessível a compradores com outras moedas. A queda do dólar reforçou a demanda pelo metal precioso.
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