- O pacote de renegociação de dívidas está pronto para ser anunciado, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan.
- A divulgação deve ocorrer após a volta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva da viagem pela Europa, prevista para 21 de abril de 2026.
- O programa não usará recursos públicos; o Tesouro não subsidiará prazos ou taxas, e o governo atuará como garantidor, sem gasto primário.
- O foco é atender três grupos: famílias, trabalhadores informais e pequenas empresas.
- Os descontos podem chegar a até 90%, com taxas entre 2% e 2,5% ao mês, com elegibilidade para renda de até dois salários mínimos (ou até cinco salários em algumas modalidades) e inscrição no Cadúnico.
Em Washington, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou nesta sexta-feira que o pacote de renegociação de dívidas está pronto para ser anunciado, dependendo da agenda do presidente Lula.
A proposta atende a três grupos: famílias, trabalhadores informais e pequenas empresas, com foco em dívidas de maior valor, como cartão de crédito, renegociadas com juros menores e garantias.
O público-alvo envolve pessoas com renda de até 2 salários mínimos cadastradas no CadÚnico; em alguns casos, a renda pode chegar a 5 salários. Descontos chegam a 90%, com taxas entre 2% e 2,5% ao mês, e o Tesouro atuará como garantidor, sem gasto primário. A divulgação deve ocorrer após a viagem de Lula à Europa, prevista para retornar até 21 de abril.
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