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Grupo de MC Ryan SP e Poze do Rodo é suspeito de movimentar R$1,6 bi

PF aponta grupo ligado a R$ 1,6 bilhão em lavagem de dinheiro; 33 prisões temporárias e sequestro de bens até R$ 2,26 bilhões

Federais prenderam MC Ryan SP (esq.) e Poze do Rodo (dir.) em investigação sobre R$ 1,6 bilhão do crime. Foto: Taba Benedito/Estadão e Reprodução
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  • A Polícia Federal deflagrou, na quarta-feira, 15, a Operação Narco Fluxo para desarticular grupo suspeito de movimentar R$ 1,6 bilhão ligado ao crime organizado.
  • MC Ryan SP foi preso na Riviera de São Lourenço, em São Paulo, e Poze do Rodo teve prisão em casa no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro.
  • A investigação aponta uso de plataformas de apostas de quotas fixas (bets) para lavar dinheiro de origem ilícita, incluindo recursos do tráfico internacional de drogas.
  • Cerca de duzentos policiais cumpriram 90 mandados judiciais em vários estados; 39 mandados de prisão temporária, dos quais 33 foram efetivados, e houve 45 buscas e apreensões.
  • A Justiça sequestrou bens dos investigados até o valor de R$ 2,26 bilhões, com indicação de ligações ao tráfico de cocaína e a outros crimes financeiros; as defesas negam as acusações.

A Polícia Federal deflagrou, na quarta-feira 15, a Operação Narco Fluxo para desarticular um grupo suspeito de movimentar R$ 1,6 bilhão oriundos de crimes. Entre os suspeitos, estão MC Ryan SP, preso na Riviera de São Lourenço, e Poze do Rodo, detido no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro. A investigação aponta uso de plataformas de apostas de quotas fixas para lavar dinheiro. As ações ocorreram em várias regiões do Brasil.

Segundo as apurações, o esquema envolvia o uso de dinheiro em espécie, transferências bancárias e operações com criptoativos, especialmente a moeda digital USDT. A PF investiga se a estrutura funcionava como organização criminosa com atuação nacional e atuação internacional, incluído o tráfico de drogas.

A operação mobilizou cerca de 200 agentes e cumpriu 90 mandados judiciais expedidos pela 5.ª Vara Federal de Santos. Os mandados envolveram endereços em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Distrito Federal. Ao todo, 45 mandados de busca e apreensão foram cumpridos e 33 de prisão temporária.

A Justiça também bloqueou ativos dos investigados no valor de até R$ 2,26 bilhões. O montante considera lucro presumido com atividades criminosas ligadas a tráfico internacional e a crimes financeiros, conforme relatórios do Coaf.

A PF esclarece que as redes sociais foram usadas para captar seguidores e ampliar o fluxo financeiro das contas envolvidas, facilitando a entrada de recursos ilícitos em diferentes formatos. A investigação continua para esclarecer a participação de cada envolvido.

Defesas dos alvos negam as acusações. O advogado de MC Ryan afirma que o artista possui contratos que justificam movimentações financeiras e sustenta que não há ligação com facções criminosas. A defesa de Poze do Rodo também contesta as evidências e afirma que o caso será levado ao Poder Judiciário.

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