- Tensões entre Estados Unidos e Irã aumentaram, com apreensão de um navio cargueiro de bandeira iraniana, elevando as perspectivas de abertura plena do Estreito de Ormuz e pressionando os preços do petróleo.
- No mercado global, a alta do petróleo ajudou a empurrar as curvas de juros para cima em vários países.
- No Brasil, a véspera do feriado de Tiradentes reduziu a atividade de negócios locais.
- As taxas futuras de Depósito Interfinanceiro (DI) mostraram alta: DI de janeiro de 2027 passou de 13,88% para 13,925%; DI de janeiro de 2028 de 13,245% para 13,305%; DI de janeiro de 2029 de 13,14% para 13,195%; DI de janeiro de 2031 de 13,295% para 13,335%.
- Nos Estados Unidos, o rendimento da T-note de dois anos subiu de 3,712% para 3,737%.
O fim de semana elevou as tensões entre Estados Unidos e Irã, com a apreensão de um navio cargueiro de bandeira iraniana pelos EUA. A escalada reacendeu preocupações sobre o fluxo de petróleo pelo Estreito de Hormuz, pressionando os preços do petróleo para cima.
No Brasil, a véspera do feriado de Tiradentes reduziu a atividade local nos mercados de juros, embora as taxas já apresentassem trajetória de alta. Investidores monitoram a percepção de risco geopolítico e impactos nos++) cenários de política monetária.
Perto das 9h20, o DI para janeiro de 2027 subiu de 13,88% para 13,925%. O DI para janeiro de 2028 avançou de 13,245% para 13,305%. Já o DI para janeiro de 2029 passou de 13,14% para 13,195%.
O DI para janeiro de 2031 também aumentou, de 13,295% para 13,335%. Nos EUA, a T-note de 2 anos subiu de 3,712% para 3,737%, refletindo a percepção de maior risco e ajustando as expectativas de juros ao redor do mundo.
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