- Milionários de baixo consumo, mesmo com altos rendimentos, vivem de forma austera, mantendo gastos baixos para acumular riqueza.
- A abordagem é defendida pela Fortune, que diz que eles não buscam status em bens luxuosos e investem em longo prazo.
- Exemplo citado: Shang Saavedra, empresária multimilionária que aluga uma casa modesta, dirige um carro usado de 16 anos e faz compras na seção de congelados.
- Saavedra e o marido priorizam ativos que geram valor a longo prazo, como educação dos filhos e imóveis de alto rendimento; os gastos no fim do ano vão principalmente para filantropia.
- Annie Cole, com patrimônio acima de um milhão de dólares, ajusta seus gastos para menos de 4.000 dólares por mês, prefere roupas de segunda mão e prepara todas as refeições em casa.
Nos Estados Unidos, um grupo de milherios está redefinindo riqueza ao adotar um consumo contido. O movimento ficou conhecido como baixo consumo e foca em austeridade voluntária para acelerar objetivos financeiros.
Relatórios da Fortune apontam que esses milionários não buscam status por bens luxuosos. Em vez disso, reduzem gastos e priorizam ativos de longo prazo, como educação dos filhos e imóveis com boa rentabilidade.
Um exemplo citado é Shang Saavedra, empresária multimilionária que aluga uma casa modesta, dirige um carro usado de 16 anos e faz compras na seção de congelados. O estilo de vida é deliberado.
Perfil financeiro
Saavedra e o marido investem em educação e imóveis de renda estável, buscando tranquilidade em períodos festivos, quando o maior gasto costuma ser a filantropia. A austeridade é vista como estratégia de longo prazo.
Outro caso citado é Annie Cole, cuja fortuna supera um milhão de dólares. Ela mantém gastos mensais abaixo de 4 mil dólares, optando por roupas de segunda mão e refeições feitas em casa.
Implicações do movimento
Segundo a publicação *Living on a Dime*, a austeridade não implica pobreza, mas gestão inteligente das finanças. O grupo demonstra que é possível acumular riqueza mantendo consumo mínimo e foco em objetivos duradouros.
Os relatos destacam que o baixo consumo não é sinônimo de privação. Em vez disso, envolve planejamento cuidadoso, escolhas de menor impacto financeiro e prioridade a investimentos.
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