- O Banco Popular da China injectou net 9,5 bilhões de yuan via operações de recompra reversa de sete dias na terça e na quarta-feira, o maior montante desde o fim de março ($1,4 bilhão).
- A injeção ocorreu mesmo com o sistema financeiro já apresentando liquidez farta e taxas de mercado próximas a mínimas de três anos.
- A movimentação surpreendeu traders, diante do cenário de alta disponibilidade de dinheiro no sistema.
- O evento alimenta a percepção de que o rali dos títulos pode ter espaço para continuar.
- Os dados são compilados pela Bloomberg e indicam um apoio parcial à continuidade do ciclo de estímulos de curto prazo.
O Banco Popular da China (PBOC) realizou nova entrada de liquidez no sistema bancário, sinalizando tolerância incomum a níveis elevados de liquidez e fortalecendo a expectativa de continuidade do rally de bonds.
A instituição vendeu, por meio de operações de reverse repos de sete dias, um saldo líquido de 9,5 bilhões de yuans (aproximadamente 1,4 bilhão de dólares) nesta terça e quarta-feira, conforme levantamento da Bloomberg. Embora o montante seja modesto, a operação surpreendeu traders, já que o mercado de dinheiro segue com taxas próximas de mínimas de três anos.
O movimento acontece em um momento de liquidez aparentemente mais ampla no sistema, com as taxas do mercado monetário em patamar baixo. A decisão do PBOC é interpretada como um sinal de apoio à continuidade da recuperação da curva de títulos.
Contexto da operação
- O que aconteceu: nova injeção líquida via reverse repos de sete dias.
- Quem está envolvido: Banco Popular da China (PBOC).
- Quando: nesta semana, terça e quarta-feira.
- Onde: China.
- Por quê: indicar tolerância a liquidez abundante e sustentar o rally dos títulos.
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