- CMN aprovou linha de crédito para capital de giro de empresas aéreas, financiada com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC).
- Empréstimos reembolsáveis com prazo total de até 60 meses, podendo haver carência de até 12 meses; remuneração de 4% ao FNAC, acrescida de encargos das instituições participantes.
- Operações não contarão com garantia do Tesouro Nacional; o risco de crédito fica por conta das instituições financeiras.
- O crédito poderá ser ofertado pelo BNDES ou por outras instituições financeiras, que definirão critérios de análise e concessão.
- A medida busca manter a saúde financeira das companhias, evitar repasse imediato de custos aos consumidores e preservar a oferta de voos e conectividade regional.
O Conselho Monetário Nacional aprovou, nesta quinta-feira, a criação de uma linha de crédito para o capital de giro de empresas de transporte aéreo. A medida busca aliviar a pressão de custos diante da alta dos combustíveis.
A linha será financiada com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) e poderá ser operada pelo BNDES ou por outras instituições financeiras. Os bancos ficarão responsáveis pela análise de crédito.
As operações não contarão com garantia do Tesouro Nacional, e o risco ficará por conta das instituições participantes. A remuneração será de 4% ao ano ao FNAC, acrescida de encargos das instituições, dentro de limites.
O prazo de pagamento é de até 60 meses, com possibilidade de carência de até 12 meses para o início do pagamento do principal. A medida visa manter fluxo de caixa das empresas e evitar redução da oferta de voos.
Segundo o governo, a linha pretende resguardar empresas e consumidores, preservando a conectividade entre regiões e a capacidade do setor de enfrentar volatilidades de curto prazo no mercado internacional de energia. O CMN coordena diretrizes de política monetária e financeira.
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