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Preço de um hectare ao redor do mundo

Mercado global de vinhedos mantém valor alto; Champagne, Bordeaux e Burgundy lideram, com custos por hectare variando entre Napa, Willamette e Piemonte

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  • O relatório Wealth da Knight Frank aponta regiões valorizadas para vinhedos, com destaque para Champagne, Bordeaux e Burgundy, que valorizam histórias de provenance e artesanato.
  • Nos EUA, Napa Valley continua subindo de valor, com Willamette Valley surgindo como opção de clima frio para Pinot Noir e Chardonnay, a preços mais baixos.
  • Na Itália, Piedmont lidera a demanda por terroirs ultraprêmios, enquanto Toscana passa por melhorias que elevam o valor de seus vinhedos, especialmente em Montalcino e Bolgheri.
  • Regiões com forte apelo turístico são destacadas, como Stellenbosch, Provence e Tuscany, associando experiência, hospitalidade e vinhos de alta qualidade; Barossa também é citado como potencial.
  • Valores por hectare variam bastante: Bordeaux (Margaux) em US$ 1,65 milhão/ha; Champagne (Côte de Blancs) em US$ 1,9 milhão/ha; Marlborough, Nova Zelândia, US$ 120 mil/ha; Stellenbosch, África do Sul, US$ 60 mil/ha; Barossa Valley, Austrália, US$ 55 mil/ha; Napa Valley, EUA, US$ 1,17 milhão/ha.

O relatório Wealth de Knight Frank aponta que o mercado de venda de vinhedos não está em declínio, e sim apresentando valorização em regiões selecionadas. A leitura central é que “escassez supera escala” na peça de investimento, com foco em narrativas de provenance e craftmanship.

Entre os destaques, França surge com o trio Champagne, Bordeaux e Borgonha, cuja valorização está associada a vinhedos com história e autenticidade. Nos Estados Unidos, Napa Valley mantém alta, e Willamette Valley, no Oregon, desponta como alternativa com apelo burgundiano a preços menores.

Na Itália, Piedmont lidera a procura por hectaragem, devido à demanda global por marcas ultraprêmium. Toscana também passa por melhorias vitícolas, especialmente em Montalcino e Bolgheri, elevando o valor de ativos na região.

Na África do Sul, Stellenbosch aparece como opção com melhor perspectiva de margens duráveis ao combinar lugar, gente e hospitalidade, segundo o relatório. Na mesma linha, Provence e Toscana são citadas pela experiência turística associada aos vinhos.

Entre as regiões de turismo enológico, Argentina e Geórgia aparecem como potenciais de investimento, com infraestrutura turística dinâmica e uma narrativa de vinho distinta, respectivamente. A Geórgia é destacada pela ligação entre religião, cultura e história na construção de uma experiência de consumo.

França

França mantém valores elevados em Burgundy e Champagne, com dados de hectaragem destacando custos elevados em áreas premiadas.

Itália

Piedmont lidera a demanda por vinhedos de alto nível; Toscana apresenta evolução de qualidade, com valorização em áreas-chave.

EUA

Napa Valley continua sendo referência, enquanto Willamette Valley ganha destaque como alternativa de menor preço absoluto.

Outros mercados

Barossa Valley, na Austrália, e Marlborough, na Nova Zelândia, aparecem com custos competitivos por hectare, sinalizando possibilidades de entrada para investidores.

#### Custo por hectare (exemplos selecionados)

França: Loire Sancerre US$ 300 mil; Bordeaux Margaux US$ 1,65 milhão; Champagne Côte de Blancs US$ 1,9 milhão.

Itália: Toscana Chianti Classico US$ 245 mil; Bolgheri US$ 1,2 milhão; Barolo Piedmont US$ 2,7 milhões.

EUA: Oregon Dundee Hills US$ 270 mil; Napa Rutherford US$ 1,17 milhão.

Austrália: Barossa Valley US$ 55 mil; Nova Zelândia: Marlborough US$ 120 mil.

África do Sul: Stellenbosch US$ 60 mil; Reino Unido: Kent & Sussex US$ 110 mil; Essex US$ 120 mil.

Fonte: Knight Frank Wealth Report Databank.

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