- O dólar opera em queda no exterior, em pregão volátil, com visibilidade reduzida sobre o conflito no Oriente Médio.
- O índice DXY recuou 0,21%, para 98,56 pontos; o euro avançou a US$ 1,17173, a libra subiu a US$ 1,35027 e o dólar caiu 0,25% frente ao iene, a 159,347.
- O bloqueio do Estreito de Hormuz pela Marinha dos EUA é citado como fator que mantém o estreito fechado e eleva o choque no preço do petróleo.
- Não há discursos do Federal Reserve neste período e, sem novidades no Golfo, o foco hoje é na divulgação dos dados finais da confiança do consumidor da Universidade de Michigan.
- O ING destaca que o Fed está atento às expectativas de inflação e que uma revisão para cima pode sustentar o dólar.
O dólar teve queda no exterior em um pregão volátil, com visibilidade limitada sobre o conflito no Oriente Médio e ausência de avanços entre EUA e Irã. O Estreito de Ormuz continua sem reabertura, sob controle de operações militares no Golfo.
Por volta das 8h30, o índice DXY caiu 0,21%, para 98,56 pontos. O euro subiu 0,29%, a US$ 1,17173, enquanto a libra ganhou 0,28%, a US$ 1,35027. O dólar recuou 0,25% ante o iene, cotado a 159,347.
Especialistas citados pelo ING apontam que a incerteza sobre os eventos no Golfo evita fechamento de posições vendidas em dólares. O banco também destacou que o bloqueio no estreito elevou o choque nos preços do petróleo.
Com o período de silêncio do Federal Reserve, o foco americano fica na divulgação final da pesquisa de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan, que pode influenciar futuras leituras de inflação.
A ausência de anúncios oficiais sobre o Golfo e a falta de discursos reforçam a cautela dos investidores, que monitoram o desenrolar da tensão na região e impactos no mercado de energia global.
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