- IPC-S da terceira quadrissemana de abril subiu 0,90%; acumulado em doze meses é de 3,86%.
- Em relação à leitura de março, cinco das oito classes registraram queda nas taxas de variação.
- Alimentação caiu de 1,45% para 1,09% na terceira quadrissemana.
- Transportes caiu de 2,46% para 2,20%; Despesas Diversas recuou de 0,60% para 0,09%; Vestuário caiu de 0,36% para 0,24%; Comunicação passou de 0,00% para -0,03%.
- Health e Cuidados Pessoais avançaram de 0,56% para 0,96%; Habitação subiu de 0,42% para 0,44%; Educação, Leitura e Recreação caiu de -0,49% para -0,12%.
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da terceira quadrissemana de abril subiu 0,90%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre). Em 12 meses, o IPC-S acumula alta de 3,86%.
Nesta leitura, cinco das oito classes de despesa contribuíram com queda nas taxas de variação. A maior influência veio do grupo Alimentação, cuja variação caiu de 1,45% na segunda quadrissemana para 1,09% na terceira.
Outras reduções ocorreram em Transportes, de 2,46% para 2,20%; Despesas Diversas, de 0,60% para 0,09%; Vestuário, de 0,36% para 0,24%; e Comunicação, de 0,00% para -0,03%.
Por outro lado, houve avanço nas taxas em Saúde e Cuidados Pessoais, de 0,56% para 0,96%; Educação, Leitura e Recreação, de -0,49% para -0,12%; e Habitação, de 0,42% para 0,44%.
Principais mudanças por grupo
- Saúde e Cuidados Pessoais segue como principal contribuição positiva, elevando o IPC-S.
- Alimentação apresentou desaceleração, reduzindo o impacto no índice geral.
- Habitação manteve alta modesta, mantendo pressão moderada sobre o indicador.
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