- Os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 6,04 bilhões no 1º trimestre deste ano, segundo o Banco Central.
- Em março, as despesas lá fora chegaram a US$ 1,99 bilhão, recorde para o mês.
- A queda do dólar é associada à guerra no Oriente Médio; o Brasil, por ser exportador de petróleo, pode ter entrada de divisas que valorizam o real.
- A economia brasileira segue em crescimento, ainda que desacelerando.
- O déficit das contas externas recuou 10,76% no 1º trimestre, com saldo negativo da conta de transações correntes de US$ 20,27 bilhões, frente US$ 22,71 bilhões no mesmo período do ano anterior.
O Banco Central informou que os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 6,04 bilhões no primeiro trimestre deste ano. O dado aponta para um perfil de consumo de viagens, compras e remessas em fora.
Somente em março, as despesas externas chegaram a US$ 1,99 bilhão, recorde para o mês. Evidência de maior movimentação de recursos para o exterior, mesmo com volatilidade cambial.
A queda do dólar, segundo analistas, ocorre em meio à guerra no Oriente Médio. A percepção é de que o Brasil, como exportador de petróleo, pode se beneficiar de entradas de divisas relativas à commodity, fortalecendo o real.
A economia brasileira mantiene crescimento moderado, ainda que lento. Esse ambiente de expansão contribui para manter o interesse de brasileiros em gastos no exterior, influenciando a posição externa.
Ainda conforme o BC, o déficit em transações externas caiu 10,76% no primeiro trimestre. O saldo da conta de transações correntes ficou em US$ -20,27 bilhões frente a US$ -22,71 bilhões no mesmo período de 2023.
O resultado em transações correntes, um dos principais indicadores do setor externo, é composto por fatores como a balança de bens, serviços, renda e transferências. O relatório não encerra o detalhamento neste trecho.
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