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Próximo presidente brasileiro pode repetir o martírio de Millei

O próximo presidente do Brasil deverá enfrentar ajuste econômico doloroso, com queda de popularidade similar à de Millei na Argentina

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  • O texto afirma que o próximo presidente brasileiro deverá implementar ajustes econômicos dolorosos, o que costuma derrubar a popularidade.
  • Como exemplo, cita-se Javier Millei, da Argentina, com reprovação de cerca de 60% e queda de aproximadamente 20% na renda média dos trabalhadores urbanos após um forte ajuste.
  • O artigo associa o desemprego temporário do processo de ajuste a décadas de gasto público descontrolado e aponta que interromper esse ciclo pode custar caro à nação.
  • Historicamente, lembra a década de sessenta no Brasil, quando o marechal Humberto Castello Branco implementou medidas de ajuste com a participação de economistas Roberto Campos e Octávio Gouvêa de Bulhões.
  • Em quarenta e minutos de 2017, o MONEY REPORT reuniu empresários e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, e observou que a pressão inicial por resultados imediatos cedeu à percepção de que o ajuste necessita de tempo para surtir efeito.

O próximo presidente brasileiro deverá enfrentar ajuste econômico doloroso, independentemente de quem vencer as eleições. Em 2024, a provável demanda é reduzir déficits e reorganizar gastos, o que costuma trazer queda de popularidade. Analistas citam Milei na Argentina como exemplo.

Dados recentes indicam que o governo Milei já enfrenta resistência: pesquisa aponta reprovação de cerca de 60% da população. O desgaste ocorre após medidas de ajuste que impactam renda de trabalhadores e classes médias, gerando críticas ao governo.

Especialistas destacam que décadas de gasto público desorganizado ajudam a explicar o dilema. A conta, segundo eles, chega rápido para a população, enquanto os benefícios aparecem com atraso, levando a pressões por resultados imediatos.

Contexto histórico na América do Sul

Em 1964, no Brasil, empresários pressionaram as Forças Armadas para substituir o governo de João Goulart, levando Castelo Branco ao poder. A ideia era implementar ajustes econômicos com equipe ortodoxa.

Em 2017, o Money Report reuniu empresários para debater com Ilan Goldfajn, então presidente do Banco Central. O tom da plateia foi agressivo ao falar de redução de liquidez, diante de déficits anteriores à gestão Dilma Rousseff.

A experiência brasileira mostra que, quando o ajuste começa a produzir efeitos, há impaciência mesmo entre quem apoiou as medidas. Esse é o tipo de reação que Milei enfrenta hoje e que o próximo presidente brasileiro pode vivenciar.

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