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IA coloca um quinto dos empregos em Londres em risco, aponta relatório

Relatório da City Hall de Londres aponta que quarenta e seis por cento dos trabalhadores podem ter tarefas automatizadas pela GenAI, impactando mais de um milhão

Women, young people and those with higher educational levels are among the most exposed to the impact of AI
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  • Pelo menos 1 milhão de empregos realizados por londrinos estão altamente ou fortemente expostos ao impacto da IA, aponta relatório da City Hall.
  • Mais de 300 mil funções administrativas enfrentam os níveis mais altos de exposição, pois tarefas clericais se alinham com capacidades da GenAI.
  • Outras 748 mil funções em áreas como TI, análise de dados e trabalho secretarial estão em risco, variando conforme as tarefas.
  • Mulheres, jovens e pessoas com maior escolaridade aparecem entre os mais expostos; brokers, designers web, vendedores por telefone e jornalistas também são vulneráveis.
  • O estudo indica que 46% dos trabalhadores de Londres (aproximadamente 2,4 milhões) podem ter parte de suas tarefas automatizadas; 7% das grandes empresas britânicas já usaram IA para reduzir quadro de funcionários.

O relatório da Greater London Authority (GLA) aponta que ao menos um milhão de empregos na economia londrina estão expostos de forma alta ou significativa à inteligência artificial (IA). O estudo, com 71 páginas, detalha como tarefas administrativas têm maior probabilidade de automação, alinhando-se às capacidades da GenAI. O documento reforça que o impacto varia conforme as atividades realizadas.

Segundo o levantamento, mais de 300 mil cargos em funções administrativas enfrentam exposure elevado, principalmente devido a tarefas clericais que se alinham às capacidades atuais da IA. Além disso, outras 748 mil posições, em áreas como TI, análise de dados e serviços secretarial, também estão em risco, variando conforme as tarefas.

Em Madri, o prefeito de Londres, Sadiq Khan, afirmou que uma abordagem avessa a ações poderia causar danos ao mercado de trabalho da cidade. O relatório indica que 46% dos trabalhadores londrinos, ou cerca de 2,4 milhões de pessoas, exercem atividades nas quais a GenAI poderia automatizar parte de suas tarefas. Ainda assim, 54% estariam em funções com exposição considerada limitada.

Quem está mais vulnerável

O estudo destaca que mulheres, jovens e pessoas com maior escolaridade — grupos com maior presença nas funções administrativas — aparecem entre os mais expostos. Além disso, profissionais como corretores, designers de sites, vendedores telefônicos e jornalistas também são citados como vulneráveis.

Setores com menor risco

Entre as ocupações com menor probabilidade de automação, o documento lista arquitetos, cabeleireiros, chefs, diretores executivos, instrutores de trânsito, floristas efunerários. O relatório aponta que a exposição não implica automaticamente perda de empregos, mas pode indicar aumento de apoio ou redução de jornadas.

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