- Em março, o Brasil criou 228,2 mil vagas formais, com 2,5 milhões de contratações e 2,2 milhões de desligamentos.
- O saldo de empregos em 12 meses é de 1,1 milhão de vagas formais, totalizando 49 milhões de vínculos; houve queda de 34,3% em relação ao mesmo período de 2024 a 2025.
- De janeiro a março de 2025, foram 613 mil empregos formais criados, ante 675 mil no mesmo intervalo de 2024.
- Serviços geraram 152 mil vagas, seguidos por construção, com 38,3 mil, e indústria, com 28,3 mil; agropecuária teve saldo negativo de 18 mil.
- Entre estados, as maiores altas foram no Acre, 0,92%, seguido por Roraima, 0,88%, e Piauí, 0,86%; Alagoas teve queda de 1,10%, Mato Grosso, -0,17%, e Sergipe, -0,09%.
Brasil abriu 228,2 mil vagas formais em março, conforme o Caged, divulgado pelo MTE nesta quarta-feira. Foram 2,5 milhões de contratações e 2,2 milhões de desligamentos no mês.
O saldo de empregos formais nos últimos 12 meses chegou a 1,1 milhão, totalizando 49,0 milhões de vínculos. O desempenho de março ficou abaixo do registrado no mesmo período de 2024, quando houve 34,3% mais postos criados.
Entre janeiro e março de 2025, o acumulado foi de 613 mil empregos formais, ante 675 mil no mesmo intervalo de 2024. O resultado reflete variações setoriais e regionais registradas pelo levantamento.
Setores com mais vagas
O setor de serviços liderou a criação de vagas em março, com 152 mil postos formais. Em seguida ficaram construção, com 38,3 mil, e indústria, com 28,3 mil.
Dentro de serviços, houve alta em atividades administrativas (38,7 mil) e saúde humana e serviços sociais (22,3 mil), enquanto a agropecuária registrou o único saldo negativo, com 18 mil postos a menos.
Variação por estado
As maiores altas ficaram no Acre, com avanço de 0,92% no total de empregos formais, seguido por Roraima (0,88%) e Piauí (0,86%). Os menores saldos ocorreram em Alagoas (-1,10%), Mato Grosso (-0,17%) e Sergipe (-0,09%).
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