- Em março, o Brasil criou 228.208 empregos formais com carteira assinada, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.
- O saldo ocorreu com 2.526.660 admissões e 2.298.452 desligamentos; as projeções indicavam cerca de 255 mil.
- O estoque de empregos formais chegou a 49,08 milhões em março, frente a 48,9 milhões em fevereiro; alta de 12 meses de 2,34%.
- O setor de serviços liderou as contratações em março, com 152.391 vagas, seguido por construção (38.316), indústria (28.336) e comércio (27.267), enquanto agropecuária teve redução de 18.096.
- No primeiro trimestre, o país criou 613.373 empregos formais; o salário médio real de admissão em março ficou em R$ 2.350,83, abaixo de março de 2025 (R$ 2.368,33).
O Brasil criou 228.208 empregos formais em março, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta quarta-feira, 29 de abril de 2026. O saldo é resultado de 2.526.660 admissões e 2.298.452 desligamentos no período.
As projeções de agentes financeiros indicavam saldo próximo de 255 mil vagas. O resultado divulgado ficou abaixo dessas estimativas, sinalizando desaceleração no mercado de trabalho.
O estoque de empregos formais no país subiu para 49,08 milhões em março, ante 48,9 milhões em fevereiro e 47,9 milhões em março de 2025. Em 12 meses, houve alta de 2,34%.
Setores
Serviços foi o principal motor da criação de vagas em março, com 152.391 admissões. Em seguida, aparecem construção (38.316), indústria (28.336) e comércio (27.267). Agropecuária registrou recuo de 18.096 postos.
1º Trimestre
No acumulado de janeiro a março, o Brasil gerou 613.373 empregos formais. O número representa queda de 9,15% frente ao mesmo período de 2025, quando foram criadas 675.119 vagas.
O salário médio real de admissão em março ficou em R$ 2.350,83, menor do que os R$ 2.368,33 registrados em março de 2025.
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