- A pergunta é se as empresas têm estoques suficientes para enfrentar um possível bloqueio no estreito.
- O PGMEA (propylene glycol methyl ether acetate), ingrediente usado em fotoresist, aparece como vítima da guerra no Irã.
- O PGMEA é um tipo de solvente ligado a derivados do petróleo, conhecido como naphtha, e é crucial na produção de fotopolímeros.
- A partir da intensificação do conflito no Oriente Médio, há dificuldades de fornecimento do PGMEA desde há dois meses, destacando-se entre as matérias-primas afetadas.
O risco nas cadeias de suprimento de chips aumenta diante de bloqueios no estreito de uma região-chave. PGMEA, um solvente utilizado na produção de fotopolímeros para wafer e circuitos, pode ficar escasso conforme o conflito no Oriente Médio se intensifica. A preocupação é que a disponibilidade de insumos essenciais se reduza, prejudicando fabricantes.
Segundo especialistas, a interrupção de rotas de navegação e de exportação no território elevam a vulnerabilidade de fornecedores de químicos usados em semicondutores. A nascente tensão geopolítica amplia a incerteza sobre prazos de entrega e preços de matérias-primas críticas.
O conflito, detectado há cerca de dois meses, já atrai atenções de grandes fabricantes de chip, fornecedores de química e governos que monitoram impactos logísticos. A depender da duração do bloqueio, o estoque atual pode não sustentar a produção de pequenas e grandes montadoras.
Impactos na indústria de semicondutores
Analistas destacam que o impacto não se restringe a PGMEA, pois outras entradas derivadas do naphtha também podem sofrer oscilações. A indústria observa rampas de custo, atrasos em projetos e a necessidade de diversificação de fornecedores para mitigar riscos.
Fontes do setor ressaltam a importância de manter reservas estratégicas e de rever cadeias de suprimento com maior redundância. Questionamentos sobre prazos de reposição e alternativas de materiais aparecem como temas centrais para fabricantes.
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