- Uber é a favorita entre apps de transporte em pesquisa do Datafolha e quer atrair mais motoristas mulheres com incentivos financeiros, parcerias com ONGs e recursos de segurança.
- Em quatro anos, o número de motoristas do sexo feminino cresceu 160%, representando hoje 8% da base de condutores.
- A plataforma lançou, em 2019, uma ferramenta para motoristas aceitarem apenas passageiras mulheres, medida que contribuiu para aumentar a sensação de segurança.
- A CEO da Uber no Brasil, Silvia Penna, afirma que a renda gerada pela Uber pode promover independência financeira e, em alguns casos, ajudar a sair de situações de violência doméstica.
- No ranking do Datafolha, a Uber foi campeã na categoria aplicativo de transporte de capital paulista, com 75% dos moradores citando a empresa de forma espontânea.
A Uber permanece como a favorita entre apps de transporte, segundo dados do Datafolha. A empresa amplia ações para atrair motoristas mulheres, buscando ampliar sua participação na base de condutores.
Entre as ações, a Uber criou incentivos financeiros para motoristas indicar novas condutoras. Além disso, firmou parcerias com ONGs ligadas a mulheres e ao empreendedorismo feminino para tornar a atuação no app uma opção de renda.
Outra medida histórica foi a ferramenta lançada em 2019, que permite selecionar apenas motoristas mulheres para determinadas corridas. A prática foi determinante para que várias motoristas passassem a usar a plataforma com maior segurança.
Ações e impactos
Silvia Penna, CEO da Uber no Brasil, ressalta que esses esforços ajudam a promover independência econômica entre mulheres. Ela aponta que, para algumas, a atividade representa a primeira fonte de renda estável.
A Uber também informou que a participação feminina entre os motoristas cresceu 160% nos últimos quatro anos, chegando a 8% do total de condutores. A aposta é atrair mais profissionais para o serviço.
O Datafolha apontou a Uber como campeã na categoria melhor aplicativo de transporte em São Paulo, com alta lembrança espontânea entre moradores das classes A e B. O levantamento marcou o retorno da avaliação da capital após quatro anos.
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