- A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito e indiciou suspeitos por agiotagem e lavagem de dinheiro no Norte de Minas.
- As investigações, iniciadas em 2024, apontaram que os suspeitos miravam principalmente pequenos comerciantes e trabalhadores informais.
- O esquema oferecia empréstimos sem burocracia, com juros de até 20% em 20 dias.
- A cobrança era realizada de forma diária.
- A operação visa coibir prática criminosa de usura e ocultação de recursos.
O núcleo de polícia judiciária de Minas Gerais (PCMG) concluiu um inquérito que indiciou suspeitos por agiotagem e lavagem de dinheiro no Norte de Minas. A investigação envolve empréstimos com juros abusivos e uso de recursos para ocultar origem de dinheiro.
Segundo o PCMG, os suspeitos miravam principalmente pequenos comerciantes e trabalhadores informais, oferecendo crédito sem burocracia e com juros de até 20% em 20 dias. A cobrança era diária.
As apurações tiveram início em 2024, com coleta de evidências sobre a prática de agiotagem. A investigação também identificou estruturas para dissimular a origem dos recursos.
A fase atual resulta no indiciamento dos envolvidos por agiotagem e lavagem de dinheiro. O órgão não informou prisões ocorridas, nem a quantidade de pessoas investigadas.
O caso ocorreu no Norte de Minas, região onde as atividades ilícitas teriam sido více disseminadas entre comerciantes locais. As autoridades detalham que as vítimas eram justamente quem buscava crédito rápido.
A apuração segue sob sigilo processual até novas medidas judiciais. O PCMG enfatiza que continuará atuando contra operações que envolvem uso de crédito ilegal e lavagem de recursos.
Entre na conversa da comunidade