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Petróleo sobe mais de 6% e atinge maior patamar em quase quatro anos

A escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã e a saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep continuavam no radar dos investidores.

Plataforma de petróleo — foto de referência
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  • Os preços do petróleo subiam pelo oitavo dia seguido, com o Brent em US$ 118,94 por barril e o WTI em US$ 106,79, próximos de máximas desde junho de 2022.
  • A alta é estimulada pelas tensões no Oriente Médio e pela avaliação da saída dos Emirados Árabes Unidos da OPEP e do OPEP+.
  • O ministro de Energia dos Emirados Árabes Unidos, Suhail al-Mazrouei, confirmou a saída a Reuters, informou que decisão foi tomada após análise das estratégias de energia do país.
  • A saída dos Emirados Árabes Unidos não deve impactar muito o mercado, em meio à situação no estreito de Ormuz.
  • As informações são da Reuters e Bloomberg, com o mercado acompanhando também o desdobramento diplomático e de produção na região.

Os preços do petróleo subiram pelo oitavo dia seguido nesta quarta-feira. O Brent operava perto de US$ 118,94 o barril às 14h50, e o WTI estava em US$ 106,79. O avanço é atribuído às tensões no Oriente Médio e ao cenário diplomático entre EUA e Irã.

O Brent chegou a US$ 119,68, nível mais alto desde 10 de junho de 2022, quando atingiu US$ 122,01. O movimento reflete ainda a avaliação de riscos geopolíticos e o acompanhamento de produções futuras.

Segundo a Reuters, o ministro de Energia dos Emirados Árabes Unidos, Suhail al-Mazrouei, confirmou a saída do país da Opep e da Opep+, a partir de 1º de maio, após análise das estratégias de energia na região. A saída é citada como não gerar grande impacto imediato no mercado, devido a fatores como a importância do estreito de Ormuz.

Saída dos Emirados da Opep e Opep+

Analistas destacam que a decisão ocorre em meio a um cenário de incertezas regionais que sustentam a demanda por petróleo. A cobertura de mercados acompanha a evolução das negociações diplomáticas e de produção entre os grandes produtores.

Investidores monitoram ainda o efeito potencial sobre quotas, equilíbrio entre oferta e demanda e possíveis mudanças de política energética na região. As informações seguem com base em dados da Reuters e Bloomberg.

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