- O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse que o novo programa de renegociação de dívidas permitirá uso de parte do saldo do FGTS e deverá gerar impacto de aproximadamente R$ 4,5 bilhões no fundo.
- O efeito deve ocorrer ao longo de três meses de operação.
- Marinho garantiu que esse valor não representa risco para a sustentabilidade de empreendimentos do FGTS, incluindo o programa Minha Casa, Minha Vida.
- A adesão ao programa exige que os trabalhadores abram mão de apostas em chamadas “bets” durante o pagamento das dívidas.
- A medida condiciona a participação à suspensão de gastos com bets enquanto estiver quitando as dívidas pelo programa.
O novo programa de renegociação de dívidas deverá, segundo o Ministério do Trabalho, usar até 4,5 bilhões de reais do FGTS. A estimativa foi apresentada pelo ministro Luiz Marinho em Brasília, durante uma entrevista coletiva. A adesão deverá ocorrer ao longo de três meses de operação, com foco em quitar dívidas por meio do saldo disponível no FGTS.
Marinho assegurou que o montante não comprometerá a sustentabilidade de políticas ligadas ao FGTS, como o Minha Casa Minha Vida. O objetivo é proporcionar condições de renegociação aos trabalhadores sem colocar em risco o andamento de programas habitacionais.
Condições de adesão e impactos
Entre os requisitos, o ministro mencionou que quem aderir deverá abrir mão de apostas em chamadas “bets” enquanto estiver quitando as dívidas pelo programa. A medida busca reduzir a inadimplência associada ao uso de recursos do FGTS durante o pagamento das dívidas renegociadas.
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