- O lucro líquido da Suzano foi de R$ 4,31 bilhões no 1º trimestre, queda de 32% ante igual período de 2025, impactado pela desvalorização do dólar, menor receita líquida e maior custo dos produtos vendidos.
- A receita líquida somou R$ 10,96 bilhões, queda de 5% na comparação anual.
- O preço médio líquido da celulose vendida externamente ficou em US$ 562 por tonelada, alta de 1%, enquanto o preço do papel caiu 8%, para R$ 6.933 por tonelada.
- As vendas totais atingiram 3,21 milhões de toneladas, sendo 2,83 milhões de celulose e 378 mil de papéis, com alta de 6% versus o 1º trimestre de 2025; celulose subiu 7% e papel caiu 6% em volume.
- O EBITDA ajustado caiu 6%, para R$ 4,58 bilhões, com margem de 42%; a geração de caixa operacional foi de R$ 2,52 bilhões, queda de 4%. O resultado financeiro líquido ficou positivo em R$ 4,61 bilhões, influenciado pela desvalorização do dólar, que elevou ganhos cambiais em R$ 2,91 bilhões; a alavancagem encerrou o trimestre em 3,3 vezes a relação dívida líquida/Ebitda em dólares, frente a 3,2 vezes há um ano.
A Suzano (SUZB3) registrou lucro líquido de R$ 4,31 bilhões no 1º trimestre, queda de 32% na comparação anual. A empresa citou como principais fatores a desvalorização do dólar frente ao real, menor receita líquida e aumento do custo dos produtos vendidos.
A receita líquida totalizou R$ 10,96 bilhões, queda de 5% versus o mesmo período de 2025. O preço médio líquido da celulose no mercado externo ficou em US$ 562 por tonelada, +1% diante do 1º trimestre de 2025.
O preço médio líquido do papel recuou 8%, para R$ 6.933 por tonelada. As vendas em volume somaram 3,21 milhões de toneladas, com 2,83 milhões de toneladas de celulose e 378 mil de papéis, alta de 6%.
A combinação de fatores impactou o EBITDA ajustado, que caiu 6%, para R$ 4,58 bilhões, mantendo margem de 42%. A geração de caixa operacional ficou 4% menor, em R$ 2,52 bilhões.
No âmbito financeiro, o resultado líquido ficou positivo em R$ 4,61 bilhões, abaixo de R$ 7,69 bilhões de receita financeira líquida no 1º tri de 2025. Variações cambiais elevaram o resultado financeiro em R$ 2,91 bilhões, principalmente pela desvalorização de 5% do dólar.
Ao fim de março, a alavancagem financeira atingiu 3,3 vezes a relação dívida líquida/Ebitda em dólar, ante 3,2 vezes há um ano. A Suzano continua como a maior produtora global de celulose de mercado.
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