- Ações emergentes fecharam em queda na última sessão de abril após o petróleo subir acima de US$ 125 por barril.
- Mesmo assim, o cenário aponta para o melhor mês desde 2009.
- O petróleo recuou das máximas de quatro anos, mas ainda fica acima de US$ 100 por barril.
- Há temores de que o conflito com o Irã possa se intensificar.
- O mercado aponta que países em desenvolvimento podem agir para conter inflação e choques de crescimento, possivelmente via altas de juros e intervenções cambiais.
Emergentes registraram queda na última sessão de abril, apesar de o petróleo superar US$ 125 por barril. O recuo veio mesmo com o avanço de ativos de risco ao longo do mês, que se manteve no caminho da melhor performance desde 2009.
O movimento ocorre em meio às incertezas geopolíticas envolvendo o Irã, que podem intensificar pressões inflacionárias e de crescimento nos países em desenvolvimento. Analistas apontam que o cenário pode levar autoridades a agir com juros e intervenções cambiais.
Preço do petróleo e impactos macro
Apesar de o petróleo recuar de máximas de quatro anos, o barril ainda é negociado acima de US$ 100. Há temores de escalada do conflito regional, o que tende a pressionar políticas macroeconômicas em nações emergentes.
Segundo especialistas, a volatilidade do petróleo pode afetar inflação e crescimento, influenciando decisões de bancos centrais e de governos de economias em desenvolvimento. A busca por estabilidade macroeconômica segue como prioridade para evitar choque de oferta.
A performance do mês continua destacando os ativos de renda variável de mercados emergentes, que mostraram resiliência mesmo com o cenário de riscos geopolíticos. Dados de abril indicam uma recuperação relativa frente a outras classes de ativos.
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