- O volume de novas adesões a consórcios imobiliários subiu 36% em 2025, totalizando 2,83 milhões de participantes ativos.
- A previsão para 2026 é de mais 25% de alta nesse segmento, com foco em crédito planejado e cartas contempladas.
- A elevação da taxa Selic torna o crédito tradicional mais caro, fortalecendo o uso de consórcios como alavancagem de patrimônio.
- O Grupo Capital DF desenvolveu um modelo técnico que reúne vendedores de cotas, investidores e oportunidades do mercado em um ambiente único.
- O estrategista Jario Lopes comanda o grupo, defendendo a importância de estruturar o crédito e orientar o cliente desde a escolha da cota até a formalização.
O setor imobiliário brasileiro registrou alavancagem no uso de consórcios em 2025. O volume de novas adesões aumentou 36%, alcançando 2,83 milhões de participantes ativos. A projeção para 2026 aponta novo crescimento, estimado em 25%. A mudança ocorre em meio a juros elevados, que tornam o crédito tradicional mais caro.
O movimento se apoia no patamar da taxa Selic, que impacta o financiamento bancário. Nesse cenário, cartas de crédito contempladas e consórcios estruturados ganham destaque como ferramentas de planejamento financeiro e de alavancagem de patrimônio. O formato deixa de ser apenas poupança programada.
A operação tem suporte de dados da ABAC, associação que representa administradoras de consórcios. O estudo evidencia transformação gradual na forma como consumidores buscam casa própria e investimentos relacionados ao mercado imobiliário.
Grupo Capital DF: modelo técnico integrado
O Grupo Capital DF, com base em Brasília, promove um modelo voltado à execução de negociações estratégicas. A empresa reúne vendedores de cotas, investidores e oportunidades em um único ambiente operacional, visando previsibilidade financeira.
O grupo é liderado pelo estrategista Jario Lopes, empresário com atuação no mercado desde 2008. Lopes desenvolveu um método que analisa o comportamento de grupos e cenários financeiros para orientar escolhas e estratégias.
Segundo Lopes, o crédito por si só não resolve. A eficiência está na forma de estruturar e aplicar o crédito dentro de uma estratégia. O grupo planeja capacitar clientes desde a escolha da cota até a formalização junto às administradoras.
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