- Petrobras divulga produção média de 3,23 milhões de boe por dia no 1T26, recorde para a empresa.
- O volume mostra alta de 3,7% ante o 4T25 e avanço de 16,1% frente ao 1T25.
- Resultado puxado pelo ramp-up dos FPSOs P-78 (Búzios) e Alexandre de Gusmão (Mero), além das unidades Anna Nery e Anita Garibaldi (Marlim e Voador); 10 poços produtores entraram em operação.
- Búzios atingiu recorde diário de 1,037 milhão de bpd em 20 de março; Mero superou 700 mil bpd com a adição de mais um poço ligado ao FPSO Alexandre de Gusmão.
- No refino, produção de derivados subiu 6,7% ante 4T25 para 1,816 Mbpd; FUT do parque chegou a 95% (97,4% em março); menor volume de importação de GLP, em 26 Mbpd.
A Petrobras informou hoje que a produção média de óleo, gás natural e líquidos de gás natural atingiu 3,23 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) no primeiro trimestre de 2026 (1T26). O volume representa recorde para a estatal.
O resultado é 3,7% superior ao registrado no 4T25 e 16,1% acima do 1T25, impulsionado pelo ramp-up dos FPSOs P-78, em Búzios, e Alexandre de Gusmão, em Mero, além das unidades Anna Nery e Anita Garibaldi, nos campos de Marlim e Voador. Também houve maior eficiência operacional e redução de perdas com paradas de manutenção.
Nesse período, entraram em operação 10 novos poços produtores, sendo sete na Bacia de Campos e três na Bacia de Santos. Houve destaque para os recordes diários: Búzios atingiu 1,037 milhão de bpd em 20 de março e Mero superou 700 mil bpd após a entrada de mais um poço ligado ao FPSO Alexandre de Gusmão.
Desempenho por área
No segmento de exploração e produção, a companhia manteve o ritmo com aumento de produção prevista para os campos estratégicos e maior aproveitamento de ativos, refletindo a evolução das plataformas em operação.
Refino e logística
No refino, transporte e comercialização, a produção total de derivados cresceu 6,7% ante o 4T25, para 1.816 Mbpd. O fator de utilização total do parque de refino ficou em 95%, com picos de 97,4% em março, maior nível desde dezembro de 2014.
A Petrobras também registrou, no trimestre, o menor volume de importação de GLP, de 26 Mbpd. A empresa atribuiu esse desempenho ao aumento da produção no Complexo de Energias Boaventura e à maior utilização do parque de refino.
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