- Bolsas de Nova York sobem no primeiro pregão de maio, que deve ter liquidez mais baixa por conta do feriado do Dia do Trabalhador.
- Dow Jones avança 0,21%, S&P 500 sobe 0,53% e Nasdaq registra alta de 0,73%, renovando recordes intradiários com apoio de tecnologia e queda do petróleo.
- No S&P 500, o setor de tecnologia lidera os ganhos, com alta de cerca de 1,6%; Apple sobe 4,36% após resultados acima do esperado.
- Apple informou receita de 17% no segundo trimestre fiscal e aponta crescimento de 15% para o terceiro trimestre, impulsionada pela demanda pelo iPhone 17 e recuperação na China; empresa também planeja investir mais em inteligência artificial.
- No front geopolítico, o Irã enviou uma nova resposta aos EUA por meio de mediadores paquistaneses, em sinal de que negociações seguem, e o petróleo recua até 3%.
O pregão de sexta-feira, 1º de maio, abriu com liquidez menor por conta do feriado do Dia do Trabalhador em várias economias. Wall Street passou a registrar altas, ajudando o S&P 500 e o Nasdaq a alcançarem novos recordes intradiários, com apoio de ações de tecnologia e recuo no petróleo, em meio a sinais de diálogo entre EUA e Irã.
Às 10h50, o Dow Jones avançava 0,21%, para 49.757,41 pontos; o S&P 500 subia 0,53%, a 7.247,41 pontos; e o Nasdaq ganhava 0,73%, aos 25.075,13 pontos. O setor de tecnologia liderava os ganhos dentro do S&P 500, com alta de 1,6%.
Resultados da Apple impulsionam tecnologia
Entre as ações, a Apple subia 4,36% no início do pregão, após divulgar resultados trimestrais acima das expectativas. A empresa informou crescimento de 17% nas receitas do segundo trimestre fiscal e previsão de alta de 15% no terceiro, com demanda robusta pelo iPhone 17 e recuperação na China. A Apple também mencionou planos de ampliar investimentos em IA.
Desdobramentos geopolíticos e petróleo
No front geopolítico, o Axios informou que o Irã enviou nova resposta aos EUA por meio de mediadores paquistaneses, sinalizando um retorno de diálogo em meio a negociações em curso. Em consequência, o petróleo chegou a cair até 3%, abrindo espaço para novo alívio de riscos nos ativos desde o início do conflito no Oriente Médio.
Este conteúdo foi originalmente publicado no Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor.
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