- A OCDE atualizou os dados finais de 2025 e confirmou que o Brasil foi o terceiro maior destino de investimentos diretos estrangeiros no mundo.
- O Brasil recebeu US$ 77 bilhões em investimentos diretos em 2025, equivalentes a 4,9% do total global, atrás apenas da China (US$ 80 bilhões) e dos Estados Unidos (US$ 288 bilhões).
- No ano anterior, o Brasil também ficou em terceiro lugar, com o Canadá à frente; em 2023, o país foi segundo, atrás dos EUA.
- A OCDE destaca que o Brasil atraiu um projeto de datacenter com investimento de US$ 40 bilhões, financiado com energia eólica.
- Os fluxos globais de investimento direto atingiram US$ 1,7 trilhão em 2025, alta de 15% em relação a 2024, com retomada de crescimento na China.
O Brasil foi, em 2025, o terceiro maior destino de investimentos diretos estrangeiros no mundo, segundo a OCDE. A China ficou em segundo, e os Estados Unidos lideram. A atualização traz números finais do ano e reforça a posição brasileira.
Os investimentos diretos no Brasil cresceram 23% em 2025, totalizando US$ 77 bilhões, o que representa 4,9% dos fluxos globais. O volume ficou atrás apenas da China, com US$ 80 bilhões, e dos EUA, com US$ 288 bilhões.
A OCDE lembra que, apesar da queda geral em investimentos greenfield nas emergentes, o Brasil atraiu um projeto de US$ 40 bilhões para a construção de um datacenter abastecido por energia eólica. Em 2025, os fluxos globais de FDI subiram 15%, para US$ 1,7 trilhão.
Brasil e o cenário internacional
A instituição destaca ainda que, após fracas atuações recentes, a China voltou a registrar crescimento nos investimentos diretos. O relatório da OCDE analisa operações que incluem compra de participações, reinvestimentos de lucro e transferências de recursos no exterior.
No histórico da série, o Brasil já havia aparecido em terceiro lugar em 2024, com a liderança dividida entre EUA e Canadá. Em 2023, o país ficou em segundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
Os dados da OCDE abrangem fluxos de investimento que vão além do capital especulativo, com foco em retornos de longo prazo, como construção de fábricas e abertura de empresas no exterior.
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