- Com o fim da novela da indicação de Jorge Messias ao STF, o mercado vê maior indefinição sobre quem assumirá as duas diretorias do Banco Central.
- Hoje, duas vagas na diretoria da autoridade monetária seguem em aberto.
- A derrota histórica do Planalto levanta dúvidas sobre a disposição de articular nova aproximação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
- Ameaça a indicação de nomes para o BC ainda neste ano, dependendo de um acordo político entre Executivo e Legislativo.
Após a derrota de Jorge Messias no Senado, o mercado observa aumento da indefinição sobre quem devem ocupar as duas diretorias do Banco Central. A derrota enfraque a articulação do governo para indicar nomes à autoridade monetária.
No momento, permanecem abertas duas vagas na diretoria do BC. A incerteza ganhou força após o desfecho do processo envolvendo Messias e o STF, que encerrou a participação dele no cenário de indicações.
O mercado avalia se o governo retomará a estratégia de dialogar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para viabilizar novas indicações ainda neste ano. A percepção é de que o quadro político influenciará o preenchimento das vagas.
Situação nas diretorias do BC
A indefinição aumenta a expectativa sobre o perfil dos nomes que podem ser indicados e o ritmo de novas escolhas, com avaliações sobre custos à política monetária e à credibilidade institucional.
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