- Em 1939, foi publicada a edição de *The Handbook of Economic Warfare*, mantida sob forte sigilo na capa e guarnecida por segurança no National Archives do Reino Unido.
- O livro permanece na década de 1930, em um mundo com a ameaça nazista e domínio britânico de navegação global.
- Nos últimos anos, desde a anexação da Crimeia pela Rússia em 2014, políticos, think tanks, historiadores e jornalistas têm ido a Kew, em Londres, para consultá-lo.
- Na data da visita, o manual estava reservado por outra pessoa, em uma sala de vigilância de alta segurança da instituição.
- O National Archives ocupa um prédio brutalista dos anos setenta, onde o volume é tão procurado que é mantido sob controle rigoroso de acesso.
Em uma sala trancada nos Arquivos Nacionais do Reino Unido, o visitante observa um livro grosso, com capa vermelha e aviso: “TO BE KEPT UNDER LOCK AND KEY”. Um sistema de segurança reforça a sensação de vigilância, enquanto um bibliotecário o conduz a uma área de alta segurança para ver a edição de 1939 de The Handbook of Economic Warfare. O objetivo não é segredo, mas a alta procura pelo volume justifica o controle de circulação.
Ao longo dos últimos anos, o manual tem sido consultado por autoridades, especialistas e estudiosos. O documento, cuja edição completa já está vermelha pelo tempo, foi escrito em um momento de ameaça nazista e domínio britânico dos principais fluxos comerciais. Hoje, a busca por ele começou a se intensificar após a anexação da Crimeia pela Rússia, em 2014, segundo relatos de visitantes e pesquisadores que frequentam o setor.
Contexto histórico
O livro permanece guardado no edifício dos Arquivos Nacionais, em um prédio brutalista dos anos 1970 em Kew, sudoeste de Londres. Na data da visita, o volume também estava reservado por outra pessoa, sem que houvesse encontro entre os dois usuários. A agenda de quem o consulta envolve entender estratégias de guerra econômica discutidas há décadas.
Interesse contemporâneo
Especialistas afirmam que o material continua relevante para compreender debates sobre sanções, logística e alocação de recursos em contextos de conflito. A demanda por acesso ao manual cresceu à medida que governos, centros de pesquisa e veículos de imprensa investigam políticas econômicas estratégicas. O Arquivo Nacional ressalta a importância de preservar o documento enquanto atende ao interesse público.
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