- Larry Page chegou a US$ 300,9 bilhões, ultrapassando pela primeira vez a marca de US$ 300 bilhões, impulsionado pela valorização das ações da Alphabet após o balanço.
- A Alphabet teve alta de 6,5% nas primeiras negociações, com lucro por ação de US$ 5,11 e receita de US$ 109,8 bilhões no primeiro trimestre, acima das estimativas.
- O avanço veio principalmente do Google Cloud, cuja receita cresceu 63% e atingiu US$ 20 bilhões, acima da projeção de US$ 18 bilhões.
- Sergey Brin elevou a fortunа para US$ 277 bilhões, mantendo-se em terceiro lugar; Jeff Bezos caiu para US$ 267 bilhões.
- A empresa passou a ter valor de mercado próximo de US$ 4,5 trilhões, com o grupo Magnificent Seven registrando resultados diversos e Meta e Microsoft em queda após divulgação dos balanços.
A fortuna de Larry Page ultrapassou US$ 300 bilhões pela primeira vez nesta quinta-feira, impulsionada pela alta das ações da Alphabet após o forte desempenho financeiro no último trimestre. O portal de rastreamento de riqueza da Forbes apontou US$ 300,9 bilhões para Page pela manhã, com ganho de US$ 14,9 bilhões no dia.
A valorização se deve ao crescimento da receita da Alphabet com nuvem e other negócios, após a divulgação de resultados cientes de lucro por ação de US$ 5,11 e receita de US$ 109,8 bilhões no primeiro trimestre. A proposta de que o segmento Google Cloud segue como motor de expansão foi reiterada pela gestão.
O cofundador do Google também viu a fortuna de Sergey Brin subir, para US$ 277 bilhões, consolidando a segunda posição entre os mais ricos, enquanto Jeff Bezos teve queda de US$ 3,5 bilhões. O movimento reflete o desempenho das ações das maiores empresas de tecnologia após balanços recentes.
Desdobramentos entre os bilionários
As ações da Alphabet subiram 6,5% nas primeiras negociações, após o balanço que superou estimativas de analistas. O resultado reforçou a posição da empresa no ranking de riqueza, atrás apenas de nomes como Nvidia entre as grandes corporações do setor.
O CEO Sundar Pichai destacou que as soluções de inteligência artificial se tornaram, pela primeira vez, um motor principal de crescimento. Analistas, como Doug Anmuth, ressaltaram retornos mensais claros sobre investimentos em IA. A promessa de maior inserção da IA foi citada como fator-chave para o mercado.
A diretora financeira Anat Ashkenazi informou que a Alphabet projeta gastos de capital maiores em 2026, com estimativa de até US$ 190 bilhões. O objetivo é ampliar infraestrutura dedicada à IA, com ampliação de investimentos e capacidades tecnológicas.
Perspectivas da Alphabet e do setor
No conjunto, o valor de mercado da Alphabet ficou em US$ 4,5 trilhões após a alta, segundo cálculos do dia. A posição coloca a empresa quase na fronteira com Nvidia, que estava em US$ 4,9 trilhões. No cenário mais amplo, o grupo das Magníficas Sete também divulgou resultados, com impactos distintos nas ações.
Entre as demais companhias, Amazon, Meta e Microsoft apresentaram resultados que não atenderam às expectativas. A Meta viu a queda de 9,4% nas ações, influenciada pela desvalorização de ativos, enquanto a Microsoft encerrou seu acordo com a OpenAI para licenciar modelos de IA. Amazon também registrou queda.
Contexto do ciclo de balanços
O período de divulgação também incluiu Apple e Nvidia, que apresentaram resultados relevantes ao setor. A Apple divulgou após o fechamento do pregão, e a Nvidia tem publicação prevista para o fim de maio. O conjunto do setor demonstra volatilidade frente às inovações em IA e à competição entre plataformas de nuvem.
A Forbes destaca que as mudanças no ranking de riqueza refletem variações de preço de ações e resultados operacionais. As informações são baseadas em dados em tempo real fornecidos pela publicação.
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