- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, confirmou que quem aderir ao Novo Desenrola poderá usar parte do FGTS para pagar dívidas.
- O benefício leva 20% do saldo da conta do FGTS ou até 1 mil, o que for maior, para pagamento parcial ou total da dívida renegociada.
- O uso dos recursos é exclusivo para reduzir ou quitar a dívida renegociada dentro do programa.
- Os valores resgatados podem chegar a 8,2 bilhões de reais, sem comprometer a higidez do fundo.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, confirmou nesta segunda-feira (4) que o trabalhador que aderir ao Novo Desenrola poderá usar parte do FGTS para pagar dívidas. A medida vale apenas para as renegociações dentro do programa, segundo Durigan.
Quem aderir poderá sacar 20% do saldo da conta do FGTS ou até R$ 1 mil, o que for maior, para quitar parcialmente ou integralmente as dívidas renegociadas. O uso do saque é exclusivo para reduzir o endividamento no âmbito do Desenrola.
Durigan ressaltou que os valores resgatados terão limite global de R$ 8,2 bilhões, assegurando a higidez do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. A meta é evitar riscos de ruptura financeira e manter equilíbrio no sistema.
Detalhes do benefício
O governo não informou ainda prazos específicos de adesão ao Novo Desenrola nem a forma de cálculo dos saques para cada trabalhador. A equipe econômica avalia impactos fiscais e operacionais da medida.
A confirmação ocorreu durante apresentação oficial do programa, com foco na viabilidade de quitar ou reduzir dívidas de consumidores renegociadas. O Ministério da Fazenda mantém o tema como prioridade de comunicação pública.
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