- O Banco Bmg teve lucro líquido recorrente de R$ 147 milhões no 1º trimestre, alta de 28% em relação ao mesmo período do ano anterior.
- O ROAE ficou em 15,3%, ante 12,1% no 1º tri de 2024.
- A carteira de crédito fechou em R$ 24 bilhões, retração de 10,2% versus igual período de 2025.
- O Índice de inadimplência acima de 90 dias ficou em 3,7%, queda de 0,4 ponto percentual.
- A originação via autocontratação representou 48% do volume, totalizou R$ 1,3 bilhão, alta de 61% na base anual; o crédito consignado privado originou R$ 570 milhões, com carteira de R$ 875 milhões.
O Banco BMG registrou lucro líquido recorrente de R$ 147 milhões no 1º trimestre, alta de 28% versus o mesmo período do ano anterior. O desempenho foi impulsionado pela melhora da rentabilidade e pela queda da inadimplência em relação ao ano anterior.
O presidente-executivo Felix Cardamone ressaltou que o banco apresenta evolução histórica do retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE), que chegou a 15,3% frente a 12,1% no mesmo período de 2025. O resultado reflete uma carteira mais rentável e maior eficiência.
A carteira de crédito encerrou o trimestre em R$ 24 bilhões, queda de 10,2% frente o 1º tri de 2025, segundo o banco. A instituição atribui a mudança ao mix de produtos e à melhoria da qualidade dos ativos.
Desempenho de inadimplência e originação
O índice de inadimplência acima de 90 dias ficou em 3,7%, recuo de 0,4 p.p. em relação ao período anterior. Em comparação com o último trimestre de 2025, houve alta de 3,9% da carteira de crédito e aumento de 0,2 p.p. na inadimplência.
A originação de crédito por autocontratação passou a representar 48% do volume, equivalente a R$ 1,3 bilhão no trimestre, alta de 61% na base anual. O crédito consignado privado registrou crescimento expressivo, com originação de R$ 570 milhões, expansão de 180%.
Estrutura financeira
O portfólio de crédito do segmento consignado atingiu R$ 875 milhões. A margem financeira, após o custo de crédito, subiu 10,1%, para R$ 853 milhões. O índice de eficiência fechou o trimestre em 52,5%, e o grau de Basileia ficou em 12,9%.
Observação: números expressos em milhares ou milhões podem sofrer arredondamentos; dados referem-se ao 1º trimestre reportado pelo Banco BMG.
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