- Ibovespa fechou aos 186.754 pontos, alta de 0,62%, acompanhando o recuo global do petróleo.
- Dólar caiu 1,12% ante o real, a R$ 4,91, menor patamar desde janeiro de 2024.
- Brent chegou a subir mais de 5% na véspera, ficou em cerca de US$ 110,48, e recuou hoje perto de 3,5%.
- Declaração do secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, reforçou o tom de cessar-fogo no Oriente Médio e de que os EUA não busescam conflito.
- Bolsas americanas avançaram com a temporada de balanços do primeiro trimestre: Dow Jones, 0,73%; S&P 500, 0,81%; Nasdaq, 1,03%.
O Ibovespa subiu 0,62% nesta terça-feira, fechando aos 186.754 pontos, em alinhamento com o alívio observado nos mercados globais após o recuo do petróleo. O índice brasileiro acompanhou a recuperação de ativos de risco.
O dólar caiu 1,12% frente ao real, cotado a R$ 4,91, marcando o menor patamar desde janeiro de 2024. O movimento indica maior disposição de investidores à tomada de risco no curto prazo.
O recuo do petróleo Brent ocorreu após declarações de pausa no conflito no Oriente Médio. O Brent caiu para US$ 110,48, queda de 3,46% no dia, após ganhos acima de 5% na véspera.
Mercados globais sob alívio
Nos Estados Unidos, as bolsas voltaram a subir com a temporada de balanços do 1º trimestre em foco. O Dow Jones avançou 0,73%, o S&P 500 ganhou 0,81% e o Nasdaq subiu 1,03%.
Analistas destacam que o ambiente de maior apetite a risco está relacionado a resultados corporativos robustos e à percepção de que a tension falsífera pode recuar. Dados e declarações de autoridades contribuíram para o humor do dia.
Contexto de petróleo e Oriente Médio
Na segunda-feira, EUA e aliados mencionaram o cessar-fogo como tácito no Oriente Médio, reduzindo temores de escalada. Ainda assim, episódios recentes, como interceptação de mísseis e incidentes marítimos, mantêm o setor atento aos riscos geopolíticos.
A produção e o transporte de petróleo permanecem sensíveis a eventos na região, o que sustenta volatilidade de curto prazo. Investidores acompanham desdobramentos diplomáticos e dados de demanda global. Com informações da Bloomberg News.
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