- Clima de alívio nos títulos públicos após a trégua externa e a leitura atenta da Ata do Copom.
- Tesouro Prefixado 2029 caiu de 13,86% para 13,76%; Tesouro IPCA+ 2032 recuou para 7,66%.
- Copom manteve tom duro, Selic em 14,50%, mas sinalizou possibilidade de cortes futuros mais lentos.
- Tensões no Oriente Médio seguem gerando cautela e pressões no preço do petróleo.
- Investidores aproveitam a marcação a mercado positiva, com queda das taxas beneficiando quem já detinha os papéis.
O Tesouro Direto registrou um dia de alívio após dias de pressão causada pela possibilidade de um confronto direto entre EUA e Irã. A queda dos preços do petróleo ajudou a reduzir o prêmio de risco embutido nas taxas e favoreceu o movimento de alta nos ativos públicos.
A leitura da Ata do Copom e o tom mais contido do banco central também contribuíram para o cenário. Mesmo com discurso firme, a maior parte do mercado entendeu que o ciclo de cortes pode seguir, ainda que mais lento, com a Selic em 14,50%.
O recuo das taxas elevou o preço dos títulos ao longo da sessão. Investidores que já possuíam papéis de renda fixa viram valorização de mercado com a queda das rentabilidades.
Relevância do dia para o portfólio
- Tesouro Prefixado 2029 caiu de 13,86% para 13,76% ao redor das 14h27.
- IPCA+ 2032 recuou para 7,66%, após ter chegado a 7,68% ontem.
- Cenário externo permanece de cautela por tensões no Oriente Médio, o que sustenta a busca por ativos de renda fixa no Brasil.
No conjunto, a sensação é de que o mercado assimilou o recado do Copom e digeriu o recuo do risco global, com impacto direto nos rendimentos dos títulos e na curva de moedas.
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