- As companhias aéreas cortaram 13.000 voos globalmente em maio, em meio ao aumento do preço do combustível de aviação causada pelo conflito no Oriente Médio.
- Foram removidos quase dois milhões de lugares (assentos) em voos no mês, o que pode impactar viagens durante as férias de meio de semestre no Reino Unido, no fim de maio.
- Dados da empresa de análise de aviação Cirium indicam que Istambul e Munique foram os locais com maior corte de voos.
- Normalmente, as empresas evitam cancelar voos para não perder slots de decolagem e aterrissagem, mas sob novos planos de contingência no Reino Unido elas estariam protegidas.
- A notícia não sugere opiniões, apenas descreve os fatos e os impactos previstos.
As companhias aéreas reduziram cerca de 13.000 voos em maio, em razão do aumento do preço do combustível de aviação gerado pelo conflito no Oriente Médio. A ação afeta o funcionamento de rotas globais e pode impactar viagens durante as férias de meio de semestre no Reino Unido, ao fim de maio.
Ao todo, quase 2 milhões de lugares em assentos foram removidos de voos durante o mês, segundo a análise da empresa de dados aeronáuticos Cirium. A redução de capacidade aumenta a pressão sobre disponibilidade de passagens e serviços.
Dados da Cirium apontam que Istambul e Munique registraram os maiores cortes de voos no mês. As mudanças ocorrem em meio a uma conjuntura de volatilidade de preços do combustível, que afeta o custo operacional das companhias.
As companhias costumam evitar cancelamentos para não perder slots de decolagem e aterrissagem, mas novas medidas de contingência no Reino Unido podem protegê-las dessa consequência, conforme divulgado pela imprensa. O objetivo é manter fluxo de voos mesmo diante de pressões econômicas.
Entre na conversa da comunidade