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IPTU de R$500 mil pode bloquear mansão de Renato Aragão e impedir venda de R$18 milhões

Prefeitura do Rio entra com ação para bloquear a mansão de Renato Aragão por dívida de IPTU de R$ 500 mil, podendo impedir venda de R$ 18 milhões

Renato Aragão: dívida de R$ 500 mil de IPTU pode gerar bloqueio de mansão de luxo e impedir venda a R$ 18 milhões; entenda.
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  • A dívida de IPTU de Renato Aragão já passa de R$ 500 mil e envolve a tentativa dele de vender uma mansão no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, por R$ 18 milhões.
  • A Prefeitura do Rio iniciou, em dezembro, uma ação de execução fiscal para cobrar o IPTU em atraso de 2021 a 2023.
  • Em 9 de janeiro, a juíza determinou que Renato fosse citado para pagar a dívida em até cinco dias, com envio de carta ao imóvel.
  • Em 28 de abril, a prefeitura pediu que o ex-globo fosse citado diretamente por oficial de Justiça ou por edital, caso não seja localizado, e solicitou arresto da mansão se não houver cumprimento.
  • A dívida já consta como passível de medidas para garantir o pagamento, possivelmente impedindo a venda do imóvel caso as pendências não sejam regularizadas.

A Prefeitura do Rio de Janeiro moveu ações para garantir o pagamento de IPTU devido por Renato Aragão, em abril. A dívida já passa de meio milhão de reais e envolve uma mansão no Recreio dos Bandeirantes, avaliada em cerca de 18 milhões de reais. A ação busca o cumprimento de débitos de IPTU de 2021 a 2023.

Segundo a colunista Fábia Oliveira, a prefeitura já havia iniciado a execução fiscal em dezembro do ano anterior, quando o IPTU registrava, inicialmente, 548.283,69 reais. O artista é alvo de uma tentativa de quitação por meio do imóvel, que está à venda.

No dia 9 de janeiro, a juíza Katia Cristina Nascente Torres determinou a citação de Renato Aragão para quitar a dívida em cinco dias, com envio de carta ao imóvel. No dia 28, a prefeitura pediu que o ex-global fosse citado por oficial de Justiça e, se não localizado, por edital. A Procuração também pleiteia o arresto da mansão caso o cumprimento não ocorra.

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