- Produtores de Minas Gerais reavaliam o cultivo de feijão devido à queda de preços no mercado.
- Na Fazenda da Rocinha, em Tapuirama, próxima a Uberlândia, as decisões de plantio impactam a rotina da lavoura.
- No ano anterior foram cultivados quase quatrocentos hectares de feijão; neste ano, a área foi reduzida a vinte hectares.
- A redução ocorreu porque os preços atuais não cobriram os custos de produção; a família também atua com soja, milho semente e outros cultivos.
- A expectativa é de recuperação do preço mínimo a partir de R$ duzentos e cinquenta por saca para cobrir custos operacionais e obter lucro.
Na Fazenda da Rocinha, em Tapuirama, próximo a Uberlândia, produtores de feijão reavaliam o cultivo após queda de venda do grão. O ajuste de área envolve decisões de plantio que afetam a rotina da lavoura.
Geovane Pires afirma que a família cultiva também soja, milho semente e outros produtos. No ano anterior foram plantados quase 400 hectares de feijão, mas os retornos não atenderam às expectativas.
Este ano, a área destinada ao feijão foi reduzida para 20 hectares, devido aos preços baixos que não cobriram os custos de produção. A família vendeu abaixo do custo, o que motivou a mudança estrutural na lavoura.
Panorama da produção
A produção na região costuma incluir três safras anuais de feijão, conforme o manejo local. A expectativa é de recuperação no preço mínimo no futuro próximo para cerca de R$ 250 por saca, o que permitiria cobrir custos operacionais e margem de lucro.
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