- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, criticou Rondônia por não aderir à redução temporária do ICMS sobre o diesel proposta pelo governo federal para conter a alta dos combustíveis.
- Ele afirmou que a recusa tem motivação política e não técnica, já que a maioria dos estados aceitou a medida para amenizar o impacto nos preços à população.
- Durigan destacou que Rondônia, por depender fortemente do transporte rodoviário, sentiria mais os efeitos da alta de combustíveis, tornando a não adesão prejudicial ao estado.
- Segundo o ministro, estados com governadores de oposição aderiram à proposta porque reconheceram a demanda popular.
- Ele disse que levará o caso ao presidente Lula para avaliação de medidas alternativas em benefício da população local.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, criticou Rondônia por não aderir à proposta federal de reduzir o ICMS incidente sobre o diesel, medida temporária para conter a alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio. A adesão seria para amenizar o impacto sobre a população.
Segundo Durigan, a recusa tem motivação política e não técnica, ainda que a maioria dos estados tenha aceitado a proposta. O ministro fez a afirmação durante o programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação.
Durigan ressaltou que Rondônia depende fortemente do transporte rodoviário, o que aumenta a sensibilidade aos preços dos combustíveis, e destacou que a não adesão pode prejudicar o estado. Ele apontou que estados com governadores de oposição aderiram à medida por demanda popular.
Contexto político e impacto regional
Durigan informou que levará o caso ao presidente Lula para avaliar possíveis medidas alternativas em benefício da população local. Rondônia é gobernada pelo Coronel Marcos Rocha, que em janeiro trocou o União Brasil pelo PSD.
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